“A reinserção é sempre mais difícil que a inserção”

“A reinserção é sempre mais difícil que a inserção”

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Gonçalo Nuno dos Santos defende uma grande diáspora madeirense que não está construída

Diário de Notícias da Madeira

Gonçalo Nuno dos Santos, ex-director do Centro das Comunidades Madeirenses, mantém o sonho de “construir uma grande diáspora madeirense que não está construída”. O antigo deputado à Assembleia da República pelo círculo eleitoral de fora da Europa, lembrou que “a reinserção é sempre mais difícil que a inserção”, apontando o exemplo dos mais de 8 mil emigrantes luso-venezuelanos que regressaram à Madeira nos últimos anos.

Entre algumas inconfidências, Gonçalo Nuno, que esteve 44 vezes na Venezuela, diz ter visto “o melhor e o pior que se pode ver” naquele país da diáspora, onde todos são irmãos e não há emigrantes no tratamento pessoal.

Renato Barros, o auto-intitulado Príncipe do Ilhéu da Pontinha, foi o outro orador do mesmo painel. Irreverente desconcertante, o professor fez questão de coroar Francisco Gomes, elemento da organização, com o Brasão ‘Champanhe do Calhau’, título dado a esta 2ª edição da conferência ‘Madeira 7 Talks’ que coloca frente a frente 14 personalidades de diferentes áreas sociais – desde a economia, empreendedorismo, desporto e artes ao jornalismo, moda, saúde e turismo, passando por várias outras – fomentando a realização de conversas improváveis, mas recheadas de pertinência, conteúdo e opiniões válidas.

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