Asociación Mulher Migrante busca llegar a cada rincón del país

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A instituição, oficializada em Fevereiro de 2014, procura promover, aprofundar e dinamizar o intercâmbio entre mulheres da comunidade luso-venezuelana.

Ommyra Moreno Suárez
A Associação Mulher Migrante na Venezuela tem estado activa ao longo deste ano, com uma série de encontros e tertúlias organizados com a finalidade de promover actividades em benefício da mulher portuguesa e luso-descendente.Pela mão da presidente, Milú de Almeida, que também ocupa o lugar de Conselheira das Comunidades Portuguesas pela Venezuela, a associação tem conseguido chegar a todo o território nacional, estabelecendo comissões regionais encarregues de fomentar a cooperação com as mulheres profissionais e dirigentes de associações luso-venezuelanas, para assim combater as ideias e os movimentos xenófobos, promovendo o apoio e a integração da mulher na sociedade e a defesa dos seus direitos de participação social, económica e política.

Como parte da sua agenda, a Mulher Migrante realizou uma campanha de tertúlias denominada ‘Companheiras de Chá e Café’, iniciando, no mês de Outubro, com uma reunião no Distrito Capital, no Salão Pintos do sector La Florida em Caracas, no âmbito do Dia Internacional da Luta contra o Cancro da Mama, altura em que tomou posse a delegação da região Caracas/Miranda.

Mais tarde nesse mesmo mês, foi levado a cabo com êxito o 1.º Encontro Regional para a Comunidade Portuguesa e Luso-Venezuelana, no salão La Casa de Agustín, município Carrizal, Estado Miranda. Durante o encontro foi apresentada a delegação regional da instituição no Estado Miranda, formada por Mari Gomes, Teresa Gonçalves e Vanda Pontes, que tomaram posse dos respectivos cargos.

A Mulher Migrante chegou também ao Estado Mérida, com uma tertúlia realizada no salão Tibisay do hotel La Pedregosa, na cidade de Mérida, onde se realizou um debate sobre Associativismo luso-venezuelano e portugalidade, organizado pela comitiva da Mulher Migrante naquele Estado.

Para finalizar a sua digressão pelo país, a associação visitou o Estado Nueva Esparta, onde se reuniram com mais de cem companheiras na ilha de Margarita, e ficou o acordo de dar início a um curso piloto de ensino da língua portuguesa, que ainda que não tenha data marcada para o arranque, conta já com 206 interessados em participar.

María Lourdes de Almeida, mais conhecida como Milú, agradeceu o activismo mostrado pelas companheiras a nível nacional e assinalou que, apesar das dificuldades, a associação não vai parar as digressões pelo país. “No congresso da Mulher Migrante de 2014, as companheiras assinalaram a pouca presença da associação no interior do país, e cumprimos. Agora a nossa meta é chegar a mais cidades e continuar a dar posse a comissões regionais”, assegura.

Agenda da Mulher Migrante para 2016
A associação tem visitas planeadas a várias cidades do país, entre elas: Punto Fijo, Barcelona, Puerto Ordaz e Barquisimeto.

Como parte do seu trabalho, continuará a criar comissões regionais, em locais como Barquisimeto, Punto Fijo, Ciudad Guayana, entre outras.

A Associação Mulher Migrante apoiará, em conjunto com o professor Rainer Sousa e o Consulado Honorário de Portugal em Margarita, o lançamento de um curso piloto de ensino da língua portuguesa no Estado Nueva Esparta.

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