Artes

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Diferentes eventos ocuparam diversos espaços ao longo dos 12 meses do ano passado

O ano de 2014 foi duro para a Venezuela devido a diferentes circunstâncias. No entanto, também aconteceram muitas coisas positivas. Uma delas foi a cultura, nos seus mais diversos âmbitos.

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A pintura, a escultura, a arte em ouro e muitos outros géneros fazem parte da mostra artística que estes lugares têm para oferecer ao público caraquenho.

GALERIA DE ARTE NACIONAL.

É possível encontrar várias obras emblemáticas, entre elas ‘Miranda en La Carraca’, de Arturo Michelena.
Morada: Entre Av. Bolívar e México, Los Caobos, Caracas.
Horário: Segunda a sexta, das 9:00 am às 5:00 pm; sábados e domingos das 10:00 am às 5:00 pm
Contacto: (212) 578-1818

LOS GALPONES

Apresenta diversas formas de apreciar a arte. Uma das galerias mais visitadas é a Parenthesis, onde se divulga o trabalho de criadores de reconhecido trajecto e também da geração emergente.
Contacto: www.centrodeartelosgalpones.com

 

GALERIA DE ARTES ASCASO

Tem inúmeras esculturas e pinturas de artistas venezuelanos e latino-americanos, tanto mestres como talentos emergentes.
Morada: Av. Orinoco entre as ruas Mucuchíes e Monterrey, Las Mercedes
Horário: Segunda a sexta, das 9:00 am às 1:00 pm e das 2:00 pm às 6:00 pm. Sábados e domingos das 11:00 am às 3:00 pm.
Contacto: www.galeriadearteascaso.com

GALERIA MEDICCI

Há mais de 15 anos que difunde a arte contemporânea, sobretudo as artes plásticas.
Morada: Rua París con Nueva York, Edif. Themis Mary, PB, Las Mercedes
Horário: Terça a sábado, das 9:00 am às 5:00 pm.
Contacto: www.medicci.com

CENTRO DE ARTE EL HATILLO.

Conta com a Galeria Espacios Libres para exposições de arte plástica e com o Anfiteatro El Hatillo para concertos e peças de teatro.
Morada: Rua Bella Vista, ao lado do Centro Comercial Paseo
Contacto: (212) 963-0210

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Fotografias expostas em Lisboa correspondem a uma colecção do Centro da Diversidade Cultural da Venezuela

Com a finalidade de promover as expressões culturais e os valores do povo venezuelano, a Embaixada da República Bolivariana da Venezuela em Portugal apresentou, na quarta-feira, 16 de Dezembro, na sala Vitorino Nemésio do Centro Cultural de Belém, a Exposição Fotográfica “Diablos Danzantes de Corpus Christi”.

O Embaixador da Venezuela em Lisboa, General em Chefe Lucas Rincón Romero, deu as boas-vindas aos visitantes num discurso em que providenciou uma explicação histórica sobre esta celebração religiosa que tem cerca de 400 anos enraizada na tradição folclórica do povo venezuelano e que foi declarada Património Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 6 de Dezembro de 2012.

Os “Diablos Danzantes” são celebrados nas pequenas comunidades da costa central da Venezuela, honrando por meio de sincretismos o Corpus Christi, celebração da Igreja católica romana que comemora a presença de Cristo no sacramento da eucaristia. Durante as festividades, grupos de homens adultos, rapazes jovens e infantes, disfarçados de diabos mascarados, executam passos de dança para trás, numa atitude de penitência, ao mesmo tempo que uma hierarquia da Igreja católica avança contra eles levando o Santo Sacramento”, explicou.

O chefe da missão diplomática também enfatizou que hoje em dia, esta tradição popular combina ofícios litúrgicos católicos com manifestações de dança e música protagonizadas por comparsas que terminam submetidos ao desígnio do Santíssimo Sacramento nas quais se expressam valores como a irmandade, solidariedade e cooperação entre os membros das confrarias, organização comunitária e a transmissão oral da cultura e história, assim como a formação das gerações de relevo.

O Embaixador referiu ainda que as fotografias apresentadas correspondem a uma colecção do Centro da Diversidade Cultural da Venezuela, na qual se expõem momentos aleatórios desta rica e diversa manifestação cultural.

“As imagens mostram diversas confrarias, na sua maioria de povoações de Yare, Estado de Miranda, assim como Chuao, Cata e Cuyagua, no Estado de Aragua, as quais, de maneira espontânea, imortalizam as etapas mais significativas dos bailes, tais como os encontros familiares prévios e posteriores à festa, as comparsas, a chegada dos diabos às igrejas locais, a saída do Santíssimo e a submissão dos diabos como símbolo do triunfo do bem sobre o mal”.

Fortalecimento das expressões culturais
O Embaixador venezuelano também fez referência ao fortalecimento das dinâmicas sociais e políticas comunitárias através da permanência desta expressão cultural, o que permitiu garantir o auto reconhecimento e a construção do poder popular nas comunidades vinculadas às confrarias e irmandades.

“A acção das comunidades organizadas e o apoio do Estado venezuelano a estas expressões culturais do nosso povo possibilitaram a declaração dos “Diablos Danzantes de Corpus Christi” como Património Cultural dos Venezuelanos. A partir de 2002, as confrarias, comunidades organizadas com o apoio das autoridades e amparados na Constituição da República Bolivariana da Venezuela e na Lei de Protecção e Defensa do Património Cultural, têm desenvolvido actividades orientadas ao conhecimento e valoração internacional da manifestação”, indicou.

Cabe destacar que a este evento assistiram embaixadores do Grupo Latino-americano (GRULA), representantes de missões diplomáticas acreditadas em Lisboa, membros da Casa da América Latina, diversos convidados, representantes de organizações de solidariedade com a Venezuela, público em general, assim como o pessoal da Embaixada e do Consulado em Lisboa.

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A exposição fica patente ao público até ao dia 22 de Dezembro.

PAULA HENRIQUES
DN MADEIRA

Cerca de 40 desenhos integram a exposição ‘Linhas sobre linhas sobre linhas sobre linhas…’, do luso-venezuelano Andy Silva. A mostra foi inaugurada, no passado 12 de Dezembro, no Espaço 116, na Rua dos Barreiros nº 28, na Zona Velha.

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11 países, entre os quais Portugal, apresentam propostas interessantes em formato digital, de 7 a 21 de Novembro

Um dos festivais de cinema mais esperados pelo público venezuelano é sem dúvida o Festival de Cinema Europeu, mais conhecido como Euroscopio, que vai na 11.ª edição, e nesta oportunidade abrange seis cidades da Venezuela, de 7 a 21 de Novembro.

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Quarta edição da competição flamenca mais importante da Venezuela vai decorrer em Novembro em Caracas

Historicamente, os laços entre Espanha e Portugal permitiram que ambos, apesar de serem povos com diferenças muito vincadas, mantenham um interesse comum pelas actividades culturais próprias de cada país. Como era de esperar, os portugueses radicados no estrangeiro mantiveram esse vínculo e é comum que nos clubes lusitanos sejam desenvolvidas actividades próprias dos espanhóis. Tal é o caso do Flamenco: várias escolas acolhem centos de jovens com raízes lusas que querem aprender e dominar este género de dança.