Colunistas

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“Este ano passou voando”, disse-me a minha mãe esta semana. Esta expressão é ouvida com frequência à medida que se aproxima o fim do ano. Para muitos é motivo de alegria a iminência do pagamento dos subsídios e pensar no que vão poder fazer com esse dinheiro. Os mais sábios, planeiam, cuidadosamente, com suficiente antecipação, qual a utilização a dar para obter um benefício que perdure no tempo.

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Shary Do Patrocino

Visitar um país como turista definitivamente não é o mesmo do que chegar como imigrante. Para o turista, os dias passam rapidamente e parecem ser curtos ante o desejo de ir às compras, visitar museus, lugares emblemáticos, conhecer a vida nocturna e a gastronomia dessa cultura. Para o imigrante, os dias tornam-se longos e ainda que tampouco haja tempo que perder, a preocupação vai muito mais além de um par de sapatos ou de uma fotografia para as redes sociais.

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Imaginemos que estamos enfermos e vamos a um médico para que nos ajude a debelar a doença. Depois do diagnóstico, submetemo-nos a um tratamento. Mas Passam dois meses e não vemos melhorias. Que fazemos? Damos outra oportunidade a esse médico. Ok, damos. Porém, passam outros três meses e nada.

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Organize os documentos pela segurança da sua família

Juan e Mariela regressam do funeral dum grande amigo sumidos na dor. Encontraram uma viúva que desconhece quantas contas bancárias possuía o defunto esposo, se possuía apólice de seguro de e a paradeiro dos documentos do apartamento e dos veículos. Os gastos do funeral foram cobertos por uma apólice funerária cuja existência, afortunadamente, era conhecida pelo seu sócio. Juan e Mariela arquivam cuidadosamente os documentos importantes para as suas vidas e decidem compartir esta rotina com os seus filhos.

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Karina desfruta, enormemente, das actividades que realiza como comunicadora social, num grupo editorial, com o seu programa de rádio e as aulas que dá na universidade. No entanto, ao converter-se na herdeira da sua tia, tem que administrar vários imóveis no exterior. Faz a si própria a seguinte pergunta: Como funciona o negócio dos bens imóveis?

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De vez em quando uma bala ou uma arma branca, chame-se-lhe faca ou punhal, alcança algumas personalidades públicas. É lógico já que também vivem aqui e não estão isentos do que já é normal entre a população venezuelana: a morte às mãos da delinquência.