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Medida foi anunciada pelo Presidente Nicolás Maduro, no passado 22 de Janeiro

CORREIO/LUSA

O Presidente Nicolás Maduro anunciou, no passado 22 de Janeiro, ter ordenado uma «acção de fiscalização» dos grossistas e distribuidoras de alimentos, um sector onde existem importantes investimentos de portugueses, para «regularizar» o abastecimento de produtos no país.

«Vamos efectuar uma acção de fiscalização de todas as distribuidoras e grossistas deste país. Vamos dar-lhes um aperto de mão, quem quiser trabalhar, (será) bem-vindo, mas quem quiser sabotar, será apertado com a lei», disse.

Nicolás Maduro falava no parlamento venezuelano, durante a sessão anual de apresentação da acção executiva.

«Vamos à rua com o povo, revistar tudo, regularizar tudo e estabelecer níveis de controlo para que respeitem o abastecimento», frisou.

O Presidente venezuelano acusou os distribuidores de ter terem desencadeado uma «guerra dirigida a esconder os produtos para irritar o povo» e de terem uma campanha psicológica de desestabilização.

Lembrou também que entre 7 e 10 de Janeiro, as vendas efectuadas correspondem a cerca de mês e meio num período normal, justificando assim a «guerra psicológica» encetada por alguns grupos numa altura em que a reposição de produtos nas lojas é mais lenta devido ao período de férias do natal.

Nicolás Maduro agradeceu também «em nome do Governo bolivariano a atitude de consciência, de paciência e de amor à paz» dos venezuelanos que se mantiveram calmos perante a escassez de produtos.

Na Venezuela são cada vez mais frequentes as queixas dos cidadãos por dificuldades para conseguir, no mercado local, alguns produtos essenciais como o detergente, o açúcar, o leite em pó, óleo vegetal, café, farinha de milho pré-cozida, papel higiénico, lâminas de barbear e fraldas descartáveis para crianças, entre outros.

Segundo o canal estatal Venezuelana de Televisão, a Associação Nacional de Supermercados e Afins (Ansa, presidida por portugueses) tem 71.000 estabelecimentos comerciais na Venezuela, representando quase 80% da distribuição nacional de produtos.

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O objetivo da visita de Maduro visou acertar um plano para contrariar a descida do preço do petróleo.

O vice-primeiro-ministro português, Paulo Portas, reuniu-se na sexta-feira em Lisboa com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante uma escala de voo, confirmou à agência Lusa fonte do Governo de Passos Coelho.

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Presidente acusou distribuidores privados de alimentos de estarem a fazer uma "guerra económica" contra os venezuelanos

Maduro fez uma paragem técnica em Portugal, onde se reuniu com o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas.

CORREIO/LUSA

O presidente da Venezuela acusou no sábado, 17 de Janeiro, os distribuidores privados de alimentos de estarem a fazer uma «guerra económica» contra os venezuelanos e denunciou que os produtos importados para abastecer o mercado local vão parar a outros países, incluindo Portugal.

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O Governo Nacional, através da Fundação de Capacitação e Inovação para Apoiar a Revolução Agrária (Ciara), instituição tutelada pelo Ministério do Poder Popular para a Agricultura e Terras (Mppat), entregou financiamentos não reembolsáveis no valor de 9.576.459,05 Bolívares, a produtoras e produtores dos estados de Lara e Falcón, no quadro do Projecto Prosalafa III.

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A Corporação Eléctrica Nacional (Corpoelec) tem previsto iniciar nas próximas semanas o projecto de reabilitação e repotenciação de Planta Centro (Carabobo), Tacoa (Vargas) e Ramón Laguna (Zulia), informou, segunda-feira, 19 de Janeiro, Jesse Chacón, ministro da Energia Eléctrica e presidente da operadora eléctrica.

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O Ministério Público (MP) acusou 1.111 pessoas pela prática de delitos relacionados com contrabando, entre 12 Agosto de 2014 e 13 de Janeiro deste ano, segundo revelou a directora Contra a Delinquência Organizada, Yurima Gil, que ressaltou que a nível nacional foram detidas 2.584 pessoas, das quais 1.082 se encontram presas preventivamente.