Central Madeirense condiciona compras ao número de cédula

Central Madeirense condiciona compras ao número de cédula

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Medida aplica-se apenas à comercialização de produtos regulados

A cadeia de supermercados Central Madeirense revelou, na passada segunda-feira, 16 de Março, que vai condicionar a venda de produtos regulados pelo Governo Nacional através da apresentação do utilização número de cédula. O anúncio da empresa esclareceu ainda que a medida surgiu em resposta a uma “sugestão” da Superintendência de Preços Justos e Defesa do Povo.

De esta forma, a cadeia privada publicou, em todos os seus estabelecimentos, um ‘edital’ com as terminações de cédulas e os dias para a compra de produtos regulados. Assim, nas segundas-feiras serão vendidos produtos às pessoas cujas cédulas terminem entre 0 e 1; às terças. 2 e 3; quartas, 4 e 5; quintas, 6 e 7; e sextas, 8 e 9. Aos sábados, serão atendidas pessoas com terminações de 0, 1, 2, 3 e 4, enquanto que aos domingos apenas poderão comprar produtos regulados as pessoas que apresentem terminações de 5, 6, 7, 8 e 9.

“É importante destacar que a compra é semanal, pelo que quem comprar ao longo da semana (segunda a sexta-feira), e tentar comprar de novo no fim de semana (sábado ou domingo), o sistema não validará a compra”, explica-se no comunicado, no qual se acrescenta que a aquisição de produtos não regulados poderá ser efectuado de acordo com a preferência dos clientes. “No entanto, se o cliente realizar a sua compra e há algum produto regulado do seu interesse, deve considerar se a sua terminação de cédula coincide com o dia, e em função disso, deve respeitar a ordem estabelecida para poder obtê-lo sob este esquema”, alerta a empresa Central Madeirense.

Editor - Jefe de Redacción / Periodista sferreira@correiodevenezuela.com Egresado de la Universidad Católica Andrés Bello como Licenciado en Comunicación Social, mención periodismo, con mención honorífica Cum Laude. Inició su formación profesional como redactor de las publicaciones digitales “Factum” y “Business & Management”, además de ser colaborador para la revista “Bowling al día” y el diario El Nacional. Forma parte del equipo del CORREIO da Venezuela desde el año 2009, desempeñándose como periodista, editor, jefe de redacción y coordinador general. El trabajo en nuestro medio lo ha alternado con cursos en Community Management, lo que le ha permitido llevar las cuentas de diferentes empresas. En el año 2012 debutó como diseñador de joyas con su marca Pistacho's Accesorios y un año más tarde creó la Fundación Manos de Esperanza, en pro de la lucha contra el cáncer infantil en Venezuela. En 2013 fungió como director de Comunicaciones del Premio Torbellino Flamenco. Actualmente, además de ser el Editor de nuestro medio y corresponsal del Diário de Notícias da Madeira, también funge como el encargado de las Comunicaciones Culturales de la Asociación Civil Centro Portugués.

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