Destinos turísticos que podem desaparecer

Destinos turísticos que podem desaparecer

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Nesta oportunidade, pareceu-nos pertinente trazer à discussão uma lista de locais turísticos que estão em perigo de desaparecer devido às alterações climáticas, e possivelmente nessa lista poderá encontrar um dos locais que tanto quer conhecer.

Vale a pena destacar que estes locais foram catalogados muitas vezes como os mais belos do mundo, e no entanto, ainda que grandes empresas estejam a trabalhar na zona, não se pode parar a deterioração, que culminará no seu desaparecimento.

Iniciamos a contagem com o glaciar Athabasca, em Alberta, Canadá, uma dessas maravilhas que se tornou num dos destinos turísticos favoritos na América do Norte, devido à sua extensão de 6 quilómetros quadrados. Não obstante, o glaciar está a derreter-se e os peritos asseguram que nos últimos anos, perdeu 2×2 metros por ano.

Os Alpes Suíços é outro local a visitar, e a parte francesa está em perigo, estando a perder-se pelo menos 3% do gelo por ano, e acredita-se que em 2050 já terá desaparecido.

As ilhas Seychelles, apesar de não serem tão comerciais, são um desses paraísos na terra, um arquipélago de 115 ilhas no Oceano Índico onde encontrará numerosos resorts de luxo. O problema é que as ilhas estão em constante erosão e já se perdeu boa parte do coral. Em cerca de 50 anos, estará tudo perdido debaixo das suas águas, algo parecido ao que se prevê que acontecerá com as Maldivas dentro de 100 anos.

Os Glaciares de Montana também se encontram nesta lista como um dos lugares que mais aterroriza, pois este parque situado nos Estados Unidos, na qual ‘habitam’ 150 glaciares, pode deixar de existir em 2030, como o que se estima que acontecerá com o Mar Morto, cujo poder curativo pode desaparecer a qualquer momento, já que perdeu um terço do seu tamanho e pelo menos 24 metros só nos últimos 40 anos. Se não se controlar, o Rio Jordão, que o alimenta, pode secar este mar nos próximos 50 anos.

Um destino muito romântico, Veneza, em Itália, poderá estar inabitável no final deste século, sem contar que também podemos ficar sem a barreira de Coral da Austrália em 2030, devido à contaminação. Destaca-se também as Ilhas Salomão, a Floresta Atlântica na América do Sul, o Monte Kilimanjaro, Madagascar, o gelo continental da Patagónia, e inclusive os Everglades , na Florida.

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