Estudo encontra químico venenoso em fast-food

Estudo encontra químico venenoso em fast-food

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Uma investigação promovida pelo Silent Spring Institute dos Estados Unidos determinou que um terço da comida “rápida” ou embalada contém substâncias químicas com fluor que representam um poderoso veneno para a saúde humana. Como se não fossem suficientes as componentes de gorduras saturadas e açúcares que contêm estes alimentos, os cientistas asseguram que a dose de fluor proveniente das embalagens afeta as pessoas de todas as idades, principalmente os mais pequenos da casa.

Segundo o estudo, 38% do papel ou o plástico que envolve as sandwiches, hamburguesas, tacos, doces e outras comidas rápidas contém a quantidade necessária de fluor para provocar cancro dos testículos e rins, para além de diminuírem a fertilidade, causarem problemas de tiroide e provocarem mudanças nas funções hormonais. Da mesma forma, o trabalho determinou que 57% dos restaurantes de comida mexicana nos Estados Unidos oferece embalagens com altos níveis de fluor.

A investigação demonstrou que as caixas de cartão de batatas fritas, copos descartáveis para café e caixas de leite não continham presença de fluor, mas os seus níveis nutricionais se encarregavam de os tornar numa ameaça para a saúde.

Se o consumo de comida rápida se transforma numhábito, as pessoas passariam por consequências imediatas como o excesso de peso, colesterol elevado, aumento da pressão arterial, diabetes ou doenças cardiovasculares. Contudo, o grave problema deste tipo de alimentos é que os verdadeiros prejuízos se veem a longo prazo.

Editor - Jefe de Redacción / Periodista sferreira@correiodevenezuela.com Egresado de la Universidad Católica Andrés Bello como Licenciado en Comunicación Social, mención periodismo, con mención honorífica Cum Laude. Inició su formación profesional como redactor de las publicaciones digitales “Factum” y “Business & Management”, además de ser colaborador para la revista “Bowling al día” y el diario El Nacional. Forma parte del equipo del CORREIO da Venezuela desde el año 2009, desempeñándose como periodista, editor, jefe de redacción y coordinador general. El trabajo en nuestro medio lo ha alternado con cursos en Community Management, lo que le ha permitido llevar las cuentas de diferentes empresas. En el año 2012 debutó como diseñador de joyas con su marca Pistacho's Accesorios y un año más tarde creó la Fundación Manos de Esperanza, en pro de la lucha contra el cáncer infantil en Venezuela. En 2013 fungió como director de Comunicaciones del Premio Torbellino Flamenco. Actualmente, además de ser el Editor de nuestro medio y corresponsal del Diário de Notícias da Madeira, también funge como el encargado de las Comunicaciones Culturales de la Asociación Civil Centro Portugués.

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