Euro sub-19 Portugal domina Holanda e sela categoricamente lugar na final

Euro sub-19 Portugal domina Holanda e sela categoricamente lugar na final

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AGÊNCIA LUSA

Uma exibição muito segura, coroada com um golo feliz de Gedson Fernandes, permitiu a Portugal vencer a Holanda por 1-0 e qualificar-se para a final do Europeu de futebol de sub-19, em Tbilissi, na Geórgia.

O tento do médio benfiquista, aos 24 minutos, num lance em que o guarda-redes holandês Bijlow poderia ter feito mais, ‘escreveu’ justiça, já que o ‘onze’ de Hélio Sousa foi muito mais forte, perante uma Holanda que raramente ultrapassou a defesa lusa.

A seleção das ‘quinas’, que esteve sempre mais perto do segundo tento do que os holandeses do empate, espera agora pelo embate entre Inglaterra e República Checa, que se defrontam ainda hoje, para conhecer o adversário da final de sábado.

Portugal perdeu duas finais do Europeu sub-19, frente a Itália (2003) e Alemanha (2014), mas, antes de 2002, venceu o torneio europeu de juniores (1961) e o Europeu de sub-18 (1994 e 1999), somando ainda mais cinco finais perdidas.

A formação holandesa até entrou mais forte e assustou duas vezes, num remate de Dilrosun (quatro minutos) e num cabeceamento de Nunnely (cinco), mas Portugal respondeu de pronto, com remates, ao lado, de Quina (oito e 12) e Conté (nove).

O equilíbrio instalou-se e o jogo ‘afastou-se’ das balizas, até que, aos 24 minutos, Portugal adiantou-se no marcador, por Gedson Fernandes, que fugiu pela esquerda, fletiu para o centro e rematou de pé direito, com Bijlow a não segurar.

A Holanda sentiu o golo e não conseguiu reagir, enquanto Portugal tranquilizou e passou a controlar as operações, com a emoção a voltar apenas nos descontos, com Diogo Costa a salvar perante o isolado Kongolo e Mesaque Dju a cabecear ao lado.

O conjunto das ‘quinas’ entrou muito bem na segunda parte e João Filipe quase aumentou, aos 47 minutos, a vantagem da equipa lusa, que, com recuperações de bola perto da área contrária, voltou a criar perigo por Gedson e Dju.

Sem soluções, os holandeses não conseguiram mais do que um remate por cima da barra de Koopmeiners, com Diogo Costa a controlar a trajetória da bola, aos 61 minutos.

Portugal foi controlando por completos os acontecimentos e esteve várias vezes perto de ‘acabar’ com o encontro, com destaque para uma jogada de João Filipe, que se isolou, mas não superou Bijlow, e um remate final de Quina, a rasar o ‘ferro’.

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