Governo regional acompanha dificuldades com «muita proximidade»

Governo regional acompanha dificuldades com «muita proximidade»

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Rui Abreu, diretor regional das Comunidades e Cooperação Externa (DRCCE), foi também questionado pelo JM devido à situação de risco que alguns madeirenses da diáspora vivem. O diretor regional afirmou inicialmente que o “Governo Regional acompanha desde sempre com muita proximidade e assiduidade as comunidades madeirenses espalhadas pelo Mundo”, tendo, devido à pandemia “intensificado as comunicações”.

Rui Abreu lamenta este que “é um período difícil para todos. Para todos os países. Para todas as economias do Mundo. Para todas as pessoas” e afirma que “na verdade, nenhum país, nenhum território estava preparado para fazer face a uma crise que começou por ser sanitária e rapidamente se transformou numa crise social e económica sem precedentes na história recente”.

“Situações de carência foram provocadas pela crise pandémica em todo o mundo, e infelizmente as nossas comunidades não são exceção. É aqui que todos somos chamados a ser solidários com aqueles que mais necessitam, desde o Governo da República, Governo Regional, às Associações e às Missões Portuguesas”, alertou.

Devido a estas situações, “a nossa preocupação é ainda maior para com as nossas comunidades. Por isso temos estado em contacto permanente com os nossos conselheiros e representantes que nos dão conta de como os nossos conterrâneos estão a viver durante este tempo de pandemia que pretendem que rapidamente se comece a retoma da atividade económica”.

“É claro que a Região acompanha quem nos procura. Por outro lado, a Madeira sempre acolheu e sempre acolherá os madeirenses que queiram regressar”, afiançou o representante do executivo madeirense.

O DRCCE deixou como exemplo “o caso particular dos emigrantes vindos da Venezuela”, cerca de 10 mil desde 2017 e que, “se por um lado levou a um esforço acrescido ao Governo Regional, aos níveis da Saúde e do Sistema de Segurança Social, por outro lado também trouxe muitos benefícios”.

A terminar, Rui Abreu relembrou que o Governo “também tem apoiado os madeirenses que vivem na Venezuela”. “Apoiamos de forma logística uma associação luso-venezuelana que aqui está, a VENEXOS, que só este ano enviou 316 quilos de medicamentos para a Venezuela”, louvou.

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