Marítimo vai jogar na Madeira

Marítimo vai jogar na Madeira

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O Marítimo vai mesmo realizar na Madeira os cinco jogos em casa que faltam na presente edição da I Liga. A Direcção-Geral da Saúde, Liga e Federação Portuguesa de Futebol já deram parecer positivo, pelo que está garantido aquele que era o desejo do emblema madeirense, várias vezes manifestado pelo seu presidente, Carlos Pereira. Assim, ainda que à porta fechada, os verde-rubros vão receber, no seu estádio, o Vitória de Setúbal, Gil Vicente, Benfica, Rio Ave e Famalicão.

O Estádio do Marítimo é de nível 1, a mais alta categoria na avaliação dos recintos de futebol, tendo assim autorização para receber os jogos da I Liga 2019/2020, face a todas as medidas de segurança devido à pandemia de covid-19.

O presidente do Club Sport Marítimo, Carlos Pereira, mostrou-se muito satisfeito com a decisão de que os verde-rubros vão poder actuar no seu reduto, nos jogos que restam para concluir a época 2019/2020 da I Liga, mas com uma premissa: os clubes que venham cá à Madeira jogar vão ficar sempre alojados no mesmo hotel, localizado no Funchal.

O líder do emblema do Almirante Reis assumiu também que “sempre acreditou” nesta decisão favorável ao conjunto insular, desde logo porque o Marítimo possui um estádio de Nível I, sendo por isso um dos anfiteatros desportivos “mais modernos do país”.

Carlos Pereira indicou que o único problema prendia-se com as deslocações das equipas adversárias e de arbitragem, provenientes de Portugal continental, situação que foi desbloqueada por via de uma conversa entre o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, e o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, o que na questão das quarentenas obrigatórias em unidades hoteleiras o presidente do executivo madeirense acabou por tranquilizar este último por esta se tratar de uma “sequência lógica de direito”.

Outro problema levantado foi o facto dos conjuntos (equipas de futebol e arbitragem) viajarem juntas, o que foi desvalorizado por Carlos Pereira, visto que este acredita na “personalidade dos árbitros” e, por isso, “não haverá conflito”.

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