Os Lusíadas: Trazendo um pouco de Portugal para a Venezuela

Os Lusíadas: Trazendo um pouco de Portugal para a Venezuela

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O grupo, que começou com 20 membros, conta actualmente com 40 participantes que ressaltam, com orgulho, a cultura lusitana.

A Associação Cultural Grupo Folclórico Os Lusíadas foi fundada a 27 de Outubro de 1988, na cidade de Caracas, por um grupo de amigos que decidiram formar um grupo folclórico que representasse, na Venezuela, Portugal Continental, Açores e Madeira, para, desta maneira, trazer para o país um pouco de Portugal.

O nome deste grupo cultural surgiu depois de várias reuniões e da análise de diferentes alternativas apresentadas. Sem dúvida que o poema de Luís de Camões ‘Os Lusíadas’ identificava estes sonhadores e amantes da cultura portuguesa, pelo que o elegeram como bandeira.

“Nós estamos conscientes de que um grupo folclórico requer dedicação e força de vontade, e por essa razão dedicamos todo o tempo possível aos bailarinos e aos músicos que são a alma do folclore português”, comentou o director de baile do grupo, Maciel Gomes de Araújo.

“O nosso grupo é composto por jovens filhos de portugueses, venezuelanos e colombianos sem descendência portuguesa”, disse o presidente do grupo folclórico Os Lusíadas, Fernando Neto. Ao iniciar o grupo, contavam com cerca de 20 membros, mas hoje em dia, o grupo conta com 40 pessoas, demonstrando uma abertura a outras nacionalidades que se interessam pelo folclore lusitano.

No início, cada membro custeava o seu traje típico. No entanto, com o passar dos anos, o grupo adquiriu trajes de quatro zonas diferentes do país ibérico: Dois do continente e dois que representam a ilha da Madeira.

“Participamos nos festivais folclóricos realizados no nosso país desde 1993, nos quais tivemos a sorte de obter vários prémios e a responsabilidade de realizar vários festivais de folclore português”, comenta Fernando Pato Neto.

“Quero desejar um Natal muito feliz, em nome de Os Lusíadas, a todos os grupos folclóricos portugueses que se encarregam de recordar as raízes portuguesas no nosso país”, conclui Maciel Gomes.

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