Pandemia ensombra comemorações do Dia da Madeira na Venezuela

Pandemia ensombra comemorações do Dia da Madeira na Venezuela

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Pela primeira vez, nenhuma instituição luso-venezuelana celebrará o aniversário. É a segunda vez que a Comissão do Dia da Madeira é obrigada a cancelar as festividades que acontecem desde 1988 nas terras de Simón Bolívar

Foto: Cortesia

Sérgio Ferreira Soares .- Não é segredo para ninguém que a comunidade portuguesa na Venezuela vem, em grande parte, da ilha da Madeira. Isso levou a cada ano, no dia 1 de julho, a que diferentes instituições promovessem as suas celebrações por ocasião do Dia da Região Autónoma da Madeira.

A celebração cuja falta será mais sentida é a organizada pela Comissão para a Celebração do Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses, que ocorre todos os anos desde 1988. A única vez em que o feriado foi cancelado até agora foi em 2017, devido à situação de violência nas ruas como resultado dos protestos estudantis.

Desde a sua fundação, a Comissão realiza atividades para comemorar o Dia da Região. “Tradicionalmente, promovemos um evento cultural, que geralmente conta com a Orquestra Sinfónica da Venezuela e artistas convidados; além disso, no 1º de julho, realizamos um ótimo jantar com um ‘show’ musical”, disse Paulo de Sousa Aljustrel, Presidente Executivo da Comissão.

Paulo de Sousa Aljustrel insta o Governo Regional a ajudar os que emigraram para a Madeira: «Gostaria que o Governo da Madeira, cujo Presidente Miguel Albuquerque e muitos dos seus colaboradores, sentem grande apreciação e respeito pela nossa comunidade, lembrem-se sempre das circunstâncias que obrigam muitos a deixar para trás as suas histórias de vida, as suas famílias e os seus bens, a procurar uma nova oportunidade na maravilhosa Madeira. Dê-lhe apoio, confiança e respeito, e os venezuelanos vão lhe recompensar com mais do que isso”.

Editor - Jefe de Redacción / Periodista sferreira@correiodevenezuela.com Egresado de la Universidad Católica Andrés Bello como Licenciado en Comunicación Social, mención periodismo, con mención honorífica Cum Laude. Inició su formación profesional como redactor de las publicaciones digitales “Factum” y “Business & Management”, además de ser colaborador para la revista “Bowling al día” y el diario El Nacional. Forma parte del equipo del CORREIO da Venezuela desde el año 2009, desempeñándose como periodista, editor, jefe de redacción y coordinador general. El trabajo en nuestro medio lo ha alternado con cursos en Community Management, lo que le ha permitido llevar las cuentas de diferentes empresas. En el año 2012 debutó como diseñador de joyas con su marca Pistacho's Accesorios y un año más tarde creó la Fundación Manos de Esperanza, en pro de la lucha contra el cáncer infantil en Venezuela. En 2013 fungió como director de Comunicaciones del Premio Torbellino Flamenco. Actualmente, además de ser el Editor de nuestro medio y corresponsal del Diário de Notícias da Madeira, también funge como el encargado de las Comunicaciones Culturales de la Asociación Civil Centro Portugués.

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