O Portugal da energia verde

O Portugal da energia verde

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Um dos aspectos mais importantes do Portugal actual é o futuro prometedor de uma das suas indústrias mais importantes, a das energias renováveis, aspecto em que os portugueses são uma referência internacional.

Não só contam com pelo menos três universidades com grandes avanços ecológicos como também o turismo ecológico é um dos atractivos mais procurados no país. Mas no caso da energia, Portugal tornou-se numa potência há já alguns anos.

Não foi por acaso que em Janeiro deste ano, o Ministério do Ambiente e Energia Português desenvolveu o decreto-lei que regula o auto-consumo eléctrico, no qual se apresenta um esquema para fomentar as pequenas instalações de energias renováveis, além de permitir a venda do excedente de electricidade.

São detalhados os aspectos relacionados com o registo das instalações, tanto de auto-consumo como da modalidade denominada ‘Unidade de Pequeno Produtor’, que concerne às instalações de energias renováveis até 250 KW de potência, e que substitui o anterior esquema de tarifa de injecção para instalações pequenas de energias renováveis.

A nova regulamentação permite aos produtores de energia utilizar para consumo próprio toda a electricidade produzida, ou injectar o excedente na rede. Esta electricidade pode ser vendida ao preço de mercado mais alto, o que evita sobrecarregar os outros consumidores, pelo que se deduz que a indústria de energia solar fotovoltaica se desenvolva amplamente nos próximos anos.

Neste sentido, é importante destacar que Portugal tinha, em finais de Outubro de 2014, uma potência fotovoltaica acumulada de 346 MW, com mais de metade desta potência desenvolvida em instalações realizadas em esquemas de micro-produção e mini-produção, e que, para além disso, pelo menos 30% da energia utilizada é limpa, o que duplica a média do resto da União Europeia.

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