A queda do Muro de Berlim

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No passado dia 9, domingo, cumpriram-se 25 anos da queda do Muro de Berlim, um evento que deixou, sem dúvida, uma marca inapagável no coração da Europa, mas que é considerado exemplo para as nações que vivem sob regimes totalitários.
Nesta oportunidade, trazemos cinco dados que talvez desconheça sobra a queda do muro.

O muro deixou de existir durante uma conferência de imprensa na qual Günter Schabowski, ex-membro do Partido Socialista Unificado da Alemanha, anunciou a liberalização do regime de viagens de forma imediata. As primeiras pessoas a saber disso e que estavam nas imediações do muro correram até lá e foram elas que avisaram os militares que o guardavam sobre o anúncio que acabava de ser feito.

Enquanto a maior parte dos postos de controlo foram desmantelados pelos ocidentais, os alemães orientais também desafiavam os guardas fronteiriços. Para evitar confrontos, os oficiais começaram a deixar as pessoas passar a pouco e pouco, abrindo as portas. As tropas retiraram-se quase 24 horas depois do anúncio.

Outro dado curioso é que durante as primeiras horas, surgiu um movimento popular conhecido como ‘pássaros carpinteiros’, que durante quase todo o ano seguinte, armados com martelos e cinzéis, tentaram levar um bocado da história para ter como recordação.

Em quase todo o mundo existem partes do Muro de Berlim; na localidade restam apenas umas pequenas partes, que se tornaram um exemplo de rua com algumas das exposições artísticas maiores do mundo.

Por último, os irmãos Bauder recriaram o Muro, para este aniversário, com 8.000 globos iluminados ao longo de 15 quilómetros, que se soltaram em simultâneo como símbolo da unificação de Berlim.

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