Acabou a história de “El Portugués”

El monstruoso delincuente que causó durante años pánico en Los Altos Mirandinos, fue abatido en un enfrentamiento policial

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Na noite da quinta-feira, 1 de septiembre, um tiroteio registado nas imediações do parque de estacionamento do Centro Comercial El Tolón de Las Mercedes, alarmou a população local. A troca da tiros, veio a saber-se mais tarde, foi o culminar de uma perseguição policial movida a indivíduos suspeitos de terem lançado duas granadas contra a sede da Polícia de Baruta, no fim de semana anterior, no qual ficaram feridos pelo menos seis agentes e quatro civis.

No tiroteio foram abatidos Stiwars Alexander Reina Guzmán e Víctor Manuel Da Cámara Camejo, conhecido pela alcunha de “El Portugués”, um indivíduo cadastrado que se encontrava foragido da justiça desde 2012, e era procurado pelas autoridades por estar envolvido em 15 homicídios e mais de 30 sequestros.

“El portugués”, nascido em 1988 no seio de uma humilde família luso-venezuelana residente em Los Altos Mirandinos, veio a tornar-se num dos delinquentes mais temidos da região capital, devido à forma que cometia os crimes, acumulando múltiplas detenções por posse de drogas, agressão, extorsão e homicídio.

Quem o conhecia, assegura que os seus traços físicos herdados do pai oriundo de Portugal, de tez branca, olhos claros e 1,80m de altura, facilitaram a sua imersão comunidade portuguesa de los Altos Mirandinos, obtendo dados precisos de comerciantes e empresários da zona, que depois transmitia aos seus cúmplices na ‘banda’ para realizar sequestros ou extorsões.

Sentença por cumprir
A 26 de Junho de 2012, “El Portugués” foi detido por uma comissão mista da polícia científica e a Guarda do Povo quando saía de um hotel, situado no quilómetro nove da Pan-americana, após ser procurado desde 2009, quando fugiu do estabelecimento prisional de El Rodeo, onde cumpria a um condenação. Escapou disfarçado de enfermeiro, e depois de assassinar um paciente do Hospital Clínico Universitário.

Apesar de Da Cámara Camejo ter sido condenado e de estar recolhido na prisão de alta segurança de El Dorado, no Estado de Bolívar, poucos meses depois da sua detenção instalou-se o pânico na comunidade de Guaremal e comerciantes da região, por força do rumor de uma suposta fuga, o que obrigou as autoridades a desmentir o caso publicamente, após receber constantes chamadas e visitas de antas vítimas.

Foi o Comissário Anixo Salaverría, chefe do Cicpc na data, que se encarregou de tranquilizar os cidadãos.

Em Julho deste, o alarme voltou a tocar em Los Teques, quando habitantes das comunidades situadas nas zonas altos da Pan-americana começaram a comentar que Da Cámara havia regressado por ter sido visto nas celebrações efectuadas num clube próximo a Caña Larga e Guaremal.

Com o desfecho acima descrito, termina a historia de um dos delinquentes mais violentos e procurado pelas autoridades venezuelanas.

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