Albuquerque diz que OE é “paródia” que só subtraiu mais 15 milhões à RAM

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Na sua intervenção que marcou a tomada de posse dos órgãos autárquicos da Calheta, Albuquerque não esqueceu o ‘esquecimento’ do Continente no OE2022.

Para aqueles que “diziam que a rápida não ia resolver nada”, o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, deixou o recado, afirmando que a obra resultou “de facto em acessibilidades e boas condições, que vem encaminhar investimento económico, coesão social e realização de igualdade de oportunidades”.

Nesse domínio, Albuquerque é perentório que “a Ponta do Pargo com a sua dinâmica, com o investimento que tem tido, pela atratividade que tem gerado em todos os setores da ilha é a demonstração que nós, neste momento, estamos numa fase de recuperação económica e social”, acrescentou.

Sem descurar a crise pandémica com que o Executivo se viu a braços, o governante relembrou a dimensão da crise para vários setores, salientando que a retoma económica a que se assiste “é essencial para prosseguirmos com o projeto de desenvolvimento integral da RAM”, dizia Miguel Albuquerque, na sua intervenção no âmbito da tomada de posse dos órgãos eleitos do Município da Calheta.

“A Região, quando tivemos de enfrentar esta crise pandémica, foi obrigada a contrair um empréstimo de 458 milhões de euros para apoiar as empresas, as famílias os cidadãos e todo o setor sanitário, de saúde”, disse, acrescentando que “o Estado Português e o Governo Português estão sempre a reclamar a solidariedade da União Europeia”, apesar de “nunca terem assumido um pingo de responsabilidade para com esta Região”.

Nesse sentido, esperava mais numa altura em que se vive o despontar da retoma económica, ocasião em que classificou o Orçamento de Estado como “uma paródia”. Mais “onde a única coisa que têm a propor para a Região é cortar mais 15 milhões de euros nas verbas para a Madeira”, destacou.

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