APRAM esclarece intervenções no Forte De Nossa Senhora Da Conceição e nega «adulteração danosa»

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A APRAM – Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira, em comunicado, esclareceu que as intervenções no Forte de Nossa Senhora da Conceição procuram “respeitar a identidade da edificação e salvaguardar o património da Região”, negando, deste modo, a uma nota do JPP enviada às redações, onde o partido afirmou que a APRAM faz “adulteração danosa” no Forte do Ilhéu.

A nota, assinada por Paula Cabaço, presidente do Conselho de Administração da APRAM, começa por explicar que “as paredes em alvenaria de pedra do Forte de Nossa Senhora, edificação de interesse patrimonial para a Região Autónoma da Madeira, encontravam-se em muito mau estado de conservação, resultante da erosão natural dos ambientes marinhos expostos, o que provocou não só o desaparecimento da argamassa que outrora existia entre as pedras constituintes do forte como a erosão das mesmas, causando o seu ‘arredondamento’”.

JPP considera que intervenção que decorre no Forte Nossa Senhora da Conceição desvirtua essência do imóvel. O líder parlamentar do JPP, Élvio Sousa, fez saber – através de comunicado envidado à redação –, que esta obra peca por não ter uma reabilitação cuidada “e acompanhada do ponto de vista técnico pela ética de intervenção patrimonial aconselhada pelas diretrizes por exemplo da Carta de Veneza, e que está a descaracterizar, de forma grave e irreversível, o caráter singular e histórico de um bem classificado”, considera.

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