Aprenda a controlar as alergias

Três medidas básicas permitem controlar os incómodos das alergias

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Quando o corpo responde de uma forma anormal a substâncias que não têm de ser nocivas, porque muito provavelmente se trata de um quadro de alergia. Atualmente, sabemos que existe uma predisposição genética para padecer de alergias, relacionada com o cromossoma número cinco. As mais comuns são as respiratórias, que surgem quando a substância que recusamos entra no organismo por via respiratória. Contudo, também há muitas alergias ao pólen, aos ácaros devido ao pó e aos fungos e ao pelo de alguns animais.

As alergias alimentares, que entram através do aparelho digestivo, costumam ser mais normais nas crianças e ocorrem principalmente com os produtos lácteos ou o ovo. Se falamos das alergias por via cutânea, a urticária é bastante frequente e produz dermatitis por contacto.

O principal problema se não é tratado é que se tornam crónicas e temos que conviver com elas para sempre. É por isso que, dependendo do tipo de alergia, será mais adequado iniciar rapidamente um tratamento ou outro.

Para patologias respiratórias, recorre-se especialmente a vacinas, sobretudo no tratamento da asma bronquial alérgica, conjuntivite ou renite alérgica. Também são administradas em caso de picadura de inseto.

Se há suspeita de alergia a alguma coisa, pode-se realizar duas provas para deteção: os prick test (análise cutâneas em que se introduz uma gota do alergénico na pela para posteriormente fazer uma puntura) e análises de imunoglobulina E (análise clínica inócua e sem dor através do sangue).

 Em quase todos os casos, pode prevenir-se evitando a exposição ao alergénico, administrando um tratamento sintomático ou vacinando o paciente. Por último, podemos administrar um fármaco que, embora não cure, alivia os sintomas.

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Editor - Jefe de Redacción / Periodista sferreira@correiodevenezuela.com Egresado de la Universidad Católica Andrés Bello como Licenciado en Comunicación Social, mención periodismo, con mención honorífica Cum Laude. Inició su formación profesional como redactor de las publicaciones digitales “Factum” y “Business & Management”, además de ser colaborador para la revista “Bowling al día” y el diario El Nacional. Forma parte del equipo del CORREIO da Venezuela desde el año 2009, desempeñándose como periodista, editor, jefe de redacción y coordinador general. El trabajo en nuestro medio lo ha alternado con cursos en Community Management, lo que le ha permitido llevar las cuentas de diferentes empresas. En el año 2012 debutó como diseñador de joyas con su marca Pistacho's Accesorios y un año más tarde creó la Fundación Manos de Esperanza, en pro de la lucha contra el cáncer infantil en Venezuela. En 2013 fungió como director de Comunicaciones del Premio Torbellino Flamenco. Actualmente, además de ser el Editor de nuestro medio y corresponsal del Diário de Notícias da Madeira, también funge como el encargado de las Comunicaciones Culturales de la Asociación Civil Centro Portugués.

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