Arraial do Millennium leva mil emigrantes à Camacha

Pelo sexto ano, o banco convidou emigrantes /clientes para um convívio

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Élvio Passos
DN MADEIRA

Várias centenas de emigrantes madeirenses estiveram, quarta-feira, 12 de Agosto, na Camacha para participar do arraial do MillenniumBCP. Pelo sexto ano consecutivo, o banco organizou o convívio que, mais do que visar uma acção comercial no sentido tradicional, pretendeu reforçar a proximidade da instituição aos clientes que vivem no exterior.

Rui Correia, director regional do Millennium, disse que foram à Camacha perto de mil pessoas e que, pelo sucesso registado nos anos anteriores, o modelo de arraial já foi replicado no continente. A realização na Madeira teve bons resultados e, por isso, a instituição resolveu fazer o mesmo em Portugal continental.

Neste ano, já aconteceram seis arrais MillenniumBCP, em especial a Norte, e, amanhã, vai haver um para toda a zona centro de Portugal, em Fátima.

Rui Correia disse que o segmento dos emigrantes é o mais significativo de todos os da actividade do Millennium o que, por si só, diz bem da importância daquele público para o banco.

O convívio da Camacha, que incluiu almoço e muita animação, visou, nas palavras de Rui Correia, “acima de tudo, dizer que o banco com eles com muito gosto”.

O actual director do Millennium na Madeira, já foi o responsável comercial do banco em várias zonas do País e nota o diferença da emigração madeirense relativamente à demais. A da Madeira é dispersa por vastas zonas do Mundo e as segundas gerações não mantêm um vínculo tão apertado com a Região.

O Millennium, como os demais bancos, sentiu efeitos da conjuntura actual, mas Rui Correia sente que a instituição ainda é refúgio para muitas pessoas. Logo é vista como sendo segura.

Algo que foi possível constatar junto de vários emigrantes presentes na festa da Camacha.

O crescimento do banco, a que se referiu o actual director na Madeira, é explicado pelo mérito próprio da instituição, em primeiro lugar, mas também pela conjuntura. Como recordou Rui Correia, é sempre assim quando as instituições estão em concorrência no mercado.

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