BANIF promove encontro-convívio de “sul-africanos” na Fajã da Ovelha

Este ano o Banco Internacional do Funchal optou pela freguesia da Fajã da Ovelha, no concelho da Calheta

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Agostinho Silva
DN MADEIRA

Cerca de duas centenas de emigrantes na África do Sul, e seus familiares, participaram na quinta-feira, 13 de Agosto, no tradicional encontro-convívio organizado pelo BANIF.

Este ano o Banco Internacional do Funchal optou pela freguesia da Fajã da Ovelha, no concelho da Calheta, um dos municípios com forte presença de emigrantes em terras sul-africanas.

David Correia, director comercial do BANIF na Madeira, deu as boas vindas ao numeroso grupo de conterrâneos radicados em diversas cidades da África do Sul, tendo transmitido a disponibilidade do banco que representa para encurtar distâncias, colocando-se ao lado de cada um dos emigrantes para encontrar soluções ou apontar caminhos para a concretização de pequenos e grandes projectos.

Num encontro-convívio onde a confraternização e a degustação de iguarias regionais se sobrepuseram ao normal contacto do banco com os seus clientes, emigrantes e representantes do banco aproveitaram a oportunidade para, bem longe da África do Sul e dos habituais afazeres profissionais, fazerem daquela tarde um momento de sã convívio.

Para além de diversos membros do ‘staff’ do banco madeirense, que acolheram as dezenas de famílias que se deslocaram à Fajã da Ovelha, participaram no encontro-convívio representantes do Governo Regional e da Câmara Municipal da Calheta.

Sérgio Marques, secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Europeus, bem como o seu chefe de gabinete, aproveitaram o momento para contactos personalizados com emigrantes, até porque em Dezembro próximo o presidente do Governo, Miguel Albuquerque, fará uma deslocação oficial à África do Sul.

Da mesma forma, três vereadores da Câmara Municipal da Calheta marcaram presença no evento, juntando-se aos emigrantes neste momento de ‘matar saudades’ e de actualizar a informação sobre dezenas de famílias oriundas deste município.

A comunidade madeirense na África do Sul, a par da Venezuela, é uma das mais representativas da Madeira no exterior, estimando-se que entre a primeira e as gerações mais recentes haja cerca de meio meio milhão de madeirenses espalhados por todo o território sul-africano.

Ao longo das últimas décadas, quer na África do Sul, quer na Venezuela, o BANIF tem tido uma forte presença junto da comunidade madeirense, estabelecendo com os emigrantes uma relação fortíssima que extravasa o interesse comercial e financeiro.

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