Berta Nunes irá transmitir “necessidade de manter ligação da TAP” com Caracas

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A Secretária de Estados das Comunidades Portuguesas “tomou nota” da vontade dos portugueses na Venezuela “de estarem mais ligados a Portugal” através da TAP e da necessidade da companhia aérea bandeira de Portugal retomar as suas frequências semanais para as terras de Simón Bolívar. As declarações de Berta Nunes foram feitas no âmbito das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

“Desde Miami tomei nota da vontade da comunidade luso-venezuelana de poder estar mais ligado Portugal a Venezuela através da TAP. Irei transmitir essa vontade e essa necessidade que também é importante simbolicamente, como essa ligação a Portugal que os portugueses e os luso-venezuelanos não querem perder porque querem manter-se ligados aos seus países de origem” assegurou Nunes, depois de um encontro com vários membros da comunidade luso-venezuelana que por uma razão ou outra se encontravam na cidade de Miami, Estados Unidos.

A Secretária de Estado mostrou grande sensibilidade para encaminhar as preocupações da comunidade luso-venezuelana ao Governo português, nomeadamente no referente à banca portuguesa, ao funcionamento do Consulado e à ausência de delegado da AICEP no país.

Sem dúvida, uma das questões que gera maior preocupação entre os luso-venezuelanos está relacionada com a banca portuguesa na Venezuela porque as instituições têm vindo a fechar as suas portas uma a uma e a impor restrições às operações dos utilizadores devido a sanções internacionais; decisões que para os membros da comunidade portuguesa no país são «injustas», se tivermos em conta que foi esta comunidade que durante muitos anos suportou o sistema bancário português.

Sin duda alguna, uno de los temas de mayor destaque y que genera mayor preocupación a los luso-venezolanos es el relacionado a la banca portuguesa en Venezuela debido a que las instituciones han ido cerrando sus puertas una a una e imponiendo restricciones a las operaciones de los usuarios por las sanciones internacionales; decisiones que para los miembros de la comunidad portuguesa en el país resultan “injustas”, si se toma en cuenta que fue esta comunidad la que durante muchos años soportó a la banca portuguesa.

Nunes valorizou pela positiva a continuidade da Caixa Geral de Depósitos na Venezuela e comprometeu-se a transmitir a mensagem às outras instituições bancarias para manterem a presença no pais. “Tomei nota da necessidade de que as instituições bancarias continuem a dar apoio a nossa comunidade, em particular a Caixa Geral de Depósitos, como uma instituição pública que é muito necessária e muito importante manter-se na Venezuela e apoiar à comunidade nos seus investimentos e em tudo o que é necessário” explicou a representante do Governo de Portugal.

Relativamente ao trabalho desenvolvido pela Embaixada e pelos Consulados de Portugal na Venezuela, a representante do Governo disse que se mantém o compromisso e a intenção de estar ao lado dos cidadãos. “Nos temos essa vontade de que o Embaixador e os Cônsules estejam muito próximos das comunidades. Embora tenha sido um período difícil e todas estas restrições pela pandemia implicam até um distanciamento maior das comunidades, desejamos que rapidamente na Venezuela como em outros países a situação se normalize, que seja possível as pessoas se vacinarem e puderem, em segurança, retomarem a normalidade, e neste caso em particular nossos serviços consulares e Embaixada continuarem a ter essa aproximação” disse Berta Nunes.

A Secretária de Estado das Comunidades garantiu que o Governo continuará a apoiar as instituições luso-venezuelanas e da Diáspora em geral através da Atribuição de Apoios Financeiros ao Movimento Associativo da Direção Geral de Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP). “Os apoios são para continuar. Embora vai depender todos os anos do número de candidaturas, queremos continuar a dar esse apoio porque sabemos que é muito importante para as comunidades” concluiu Nunes, ao tempo que afirmou estar sempre atenta a Venezuela, um pais que Portugal mantem excelentes relações políticas desde sempre e deseja voltar “logo que seja possível”.

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Editor - Jefe de Redacción / Periodista sferreira@correiodevenezuela.com Egresado de la Universidad Católica Andrés Bello como Licenciado en Comunicación Social, mención periodismo, con mención honorífica Cum Laude. Inició su formación profesional como redactor de las publicaciones digitales “Factum” y “Business & Management”, además de ser colaborador para la revista “Bowling al día” y el diario El Nacional. Forma parte del equipo del CORREIO da Venezuela desde el año 2009, desempeñándose como periodista, editor, jefe de redacción y coordinador general. El trabajo en nuestro medio lo ha alternado con cursos en Community Management, lo que le ha permitido llevar las cuentas de diferentes empresas. En el año 2012 debutó como diseñador de joyas con su marca Pistacho's Accesorios y un año más tarde creó la Fundación Manos de Esperanza, en pro de la lucha contra el cáncer infantil en Venezuela. En 2013 fungió como director de Comunicaciones del Premio Torbellino Flamenco. Actualmente, además de ser el Editor de nuestro medio y corresponsal del Diário de Notícias da Madeira, también funge como el encargado de las Comunicaciones Culturales de la Asociación Civil Centro Portugués.

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