Altatribuna: «Como se fosse o último dia»

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«Não se pode escolher sabiamente uma vida a menos que nos atrevamos a escutar-nos, ao nosso próprio eu, em cada momento da vida.» Palavras de Abraham Maslow, que hoje em dia detém uma vigência surpreendente.

Um dos presentes da vida é que todos os dias, enquanto respiremos, temos a oportunidade de corrigir os erros cometidos. Algumas vezes será necessário fazer sacrifícios para seguir avançando no nosso caminho de sabedoria.

Agora é o momento para que cada um de nós realize uma avaliação com algumas destas perguntas:

1. Qual é o passo seguinte?

2. Como estou compartindo conscientemente com outros a obrigação de deixar uma bonita marca neste plano?

3. Que devo rectificar desde hoje? Ninguém disse que era fácil faze-lo.

Em algum lugar e momento li que devemos aprender como se fossemos viver eternamente. E viver tão intensamente como se fosse o último dia da nossa existência. Algumas vezes golpeamo-nos com frequência com os nossos actos que pensávamos terem sido bem praticados. Basta que alguém nos diga que devemos reflectir para fazer um ponto e verificar os passos que temos dado, ainda que esse “alguém” seja apenas um só. Total, não nos costa nada faze-lo. Sabemos que uma crítica é um presente que nos dão gratuitamente. E devemos entende-lo assim. Como crescer se ninguém nos critica? Essa “caixa de sugestões” que existe em algumas empresas é o melhor exemplo de que devemos escutar. “Responda ao nosso questionário de como foi atendido pelos nossos colaboradores”. São recursos que se empregam em empresas que desejam melhorar a sua qualidade. Aqui estamos de passagem e a perfeição, ainda que a procuremos com afã, nunca a vamos a encontrar. Mas a excelência sim. Assim que não há outro caminho que não o de procurar faze-lo bem, ainda que para isso seja necessário escutar até aos mais sensíveis, que nos obrigam a melhorar todos os dias. De agora em diante, escutemos mais em silêncio.

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