Altatribuna: «Denominador comum»

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Incrível ver o que passa na Venezuela. Mas tristemente certo. O regime não aprende com a história. Parece que um grupo, quiçá um 10%, tão-pouco. Parece que não podem. Não querem ou não sabem. Uma de três. Fugir em frente? Não é um saída. É um “correr la arruga”, é um disparate sem sentido aspirar a que o assunto se resolva sem fazer nada. Não é possível. É prolongar a agonia. Não se entende que vendo os acontecimentos que ocorrem em tempo real em todas as áreas, ainda se empenhem em demorar o inevitável. Quiçá seja uma cegueira induzida, provocada, semeada, instalada por uma ideologia muito primitiva como é o querer igualar os homens, mas para baixo. Isso é impossível. Todos somos e seremos diferentes. A história da humanidade tem demonstrado muitas vezes que nenhuma sociedade pode sustentar-se quando quem rouba impunemente são os chefes. O acabam por se matar entre eles ou sucumbirão ante um povo indignado e colérico. A indignação é livre como o vento. A revolução Bolchevique, a francesa e mais atrás no tempo, no antigo Egipto, na Roma Imperial, nas muitas revoluções que se desataram contra regimes corruptos, têm sido a melhor escola para a aprendizagem. Além de que também alguns governantes na história contemporânea, chamem-se: Noriega, Fujimori, Idi Amín dada, Milosevic, Gadafi, Saddam, e deixaram-nos uma lição para aprender de memória. É simples! Todos, sem excepção, terminaram atrás das grades com um fato laranja ou com a execução dos cabecilhas que acreditaram poder eternizar-se no poder, pensando de tal maneira que eram deuses inalcançáveis. Mas desgraçadamente o banho de sangue dos envolvidos tem sido um denominador comum. Lamentavelmente outros alheios ao assunto também caíram. Definitivamente sem ética e sem moral, as sociedades não são capazes de sobreviver. Esta virtude é indispensável para crescer.

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