É melhor subir ou baixar escadas?

Dedicar 13,5 minutos por dia durante sete semanas consecutivas a este exercício produz melhoras significativas na fisionomia

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Ommyra Moreno Suárez

Para aqueles que querem ficar em forma sem demasiadas complicações, os estudos afirmam que o melhor exercício é esquecer o elevador. Na verdade, há alguns anos, uma prova fiável de que uma pessoa estava em forma era subir escadas controlando a função cardiorrespiratória. Uma investigação canadiense realizada com pessoas de mais de 70 anos demonstrou que essa atividade é duas vezes mais cansativa do que andar rápido e que consome 50% mais calorias do que levantar pesos ou andar por uma rampa inclinada. Trata-se de uma atividade aeróbica muito eficaz para trabalhar os músculos das pernas, queimar gorduras da parte inferior do corpo e gastar energia.

A somar aos seus múltiplos benefícios, 13,5 minutos ao dia durante sete semanas consecutivas a este exercício produz melhoras significativas na fisionomia, entre elas uma otimização do ritmo cardíaco e o aumento nos níveis de colesterol bom. Neste sentido, a Universidade de Roehampton, no Reino Unido, comprovou que subir cinco andares a pé cinco vezes por semana supõe queimar uma média de 302 quilocalorias se não saltarmos degraus, e 260 quando o fazemos quando o fazemos de dois em dois. Os investigadores atribuem a diferença não só ao facto de investirmos mais tempo no primeiro caso, mas também porque os passos breves supõe uma contração mais rápida dos músculos e, em consequência, um maior gasto de energia.

 Entre subir e descer degraus, segundo os especialistas, ambas as alternativas são boas da mesma forma, mas não se trabalham os mesmos músculos. Por isso é que se recomenda subir e descer, não só uma das duas opções. As pernas começarão a reafirmar-se e a tonificar-se, a cintura estará cada vez mais fina e a terás capacidade de correr sem te cansares tanto. Tudo isto sem te aperceberes. E para os que não são muito sociáveis utilizar as escadas evita ter que conversar no trajeto do elevador, por exemplo. Também é um meio elegido pelos que sofrem de claustrofobia. Quando subimos ou quando descemos pelas escadas, a intensidade da atividade é quase a mesma. Ao subir, os glúteos e os quadríceps são os que fazem o trabalho. Ao descer os quadríceps têm que se esforçar para controlar a atração da gravidade do corpo.

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