Fertilização in vitro atua a favor de gémeos

A ovulação múltipla da mãe pode ser herdade geneticamente

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Stephanie Fajardo

Hoje em dia existe uma grande quantidade de pessoas que decidem entrar no mundo da fertilização in vitro, à qual se recorre quando existem problemas de fertilização. Segundo o portal web da clínica eugin, especializada em reprodução, localizada em Barcelona e Madrid, é comum utilizar o método de fertilização in vitro com micro injeção intracitoplasmática, que consiste em inseminar um óvulo com a injeção de um espermatozoide no seu interior.

Existem várias formas de fecundação, segundo a clínica eugin, nomeadamente a fertilização com óvulos próprios e o sémen do casal; também podem ser ambos doadores, tando de óvulos como de sémen, sendo ambos doadores anónimos.

A gravidez múltipla resulta dos métodos mencionados anteriormente. Segundo a página virtual web consultas, este tipo de gravidez acontece quando dois ou mais óvulos de desenvolvem separadamente ou quando um mesmo óvulo é dividido. Desta forma, permite-se que seja possível o desenvolvimento dos denominados gémeos. Existem dois tipos de gémeos, os monozigóticos, os quais provêm de um mesmo óvulo, que é dividido para formar dois bebés geneticamente idênticos, obtendo como resultado um mesmo sexo e sendo fisicamente muito parecidos; ainda assim, os gémeos dizigóticos diferenciam-se por ter procedência de óvulos diferentes, os quais se fertilizam com espermatozoides diferentes, pelo que não são fisicamente parecidos e pudessem ser de sexos diferentes.

Segundo o portal web reprodução assistida, alguns fatores comuns para que se dê este processo têm a ver com a idade da mãe, uma vez que a partir dos 35 dos anos o fator de descontrolo humano é maior, provocando mais quantidade de óvulos, e por outro lado o fator genético também influencia, pois se a mãe possui um alto nível de ovulação pode não ter esta capacidade.

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