Gabriel Figueira: «Queremos viver este momento histórico do país»

Quanto aos seus planos, adianta que a prioridade agora é a situação do país e não faz intenções de realizar grandes eventos por enquanto

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Ommyra Moreno Suárez 

A banda venezuelana Gaélica, da qual faz parte o lusodescendente Gabriel Figueira, comentou que foram adiados os seus planos de emigrar do país. «Queremos viver este momento histórico do país e talvez para o próximo ano o possamos retomar. Foi duro adiar, mas teve que ser», diz. Gutiérrez, por seu lado, destaca que no início pensaram em Espanha. «Mas a América Latina é a nossa essência, algo que podemos fazer talvez desde Miami. Por enquanto não está descartado, nem que seja por temporadas, ir e vir, comentou Figueira, numa entrevista ao Nacional.

Embora a inspiração para o seu novo material discográfico não tenha surgido com contestações, os músicos admitem que é «absurdo tentar isolar-se». «Há uma sensação de viagens emocionais. É o que as pessoas vão sentir quando o ouçam. O objetivo de Gaélica é deixar uma mensagem positiva. Há alívio, mas também luz», garantiu Rubén Gutiérrez, cantor e guitarrista.

Quanto aos seus próximos planos, Gaélica adiantou que a prioridade agora é a situação do país e disse ainda que não tem planos de levar a cabo grandes eventos por enquanto. «Procuramos o poder da palavra através da poesia e da metáfora. Tudo o resto fica a critério de cada um que ouve (…). Na banda, consideramos como prioridade o país por tudo o que está a acontecer, no que participamos ativamente. A mudança é necessária e devemos expressar-nos. Vale a pena esperar. Se fazemos alguma coisa, será pequena», explicou o lusodescendente ao jornal venezuelano.

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