Governo Regional designa conselheiros efetivos do Conselho da Diáspora Madeirense

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O Governo Regional da Madeira, presidido por Miguel Albuquerque, designou esta terça-feira os 20 conselheiros efetivos do Conselho da Diáspora Madeirense, que representam 10 países.  O Conselho do Governo decidiu, na sua reunião semanal, designar José Aleixo Vieira Mendonça para Coordenar o Conselho da Diáspora e escolheu outros 19 conselheiros.

Além de Vieira Mendonça, foram nomeados Gil Énio Andrade Caldeira, Nelson Nunes Sousa e João Andrade (Venezuela); José Ilídio Nascimento, José Luís da Silva e Louis de Andrade (África do Sul); José Abelino Quintal da Silva, João Paulo Mendonça Gouveia e João Carlos Nunes (Reino Unido); José Manuel de Góis e Belinda Lisa Cipriano (Austrália); Maria Vieira Sardinha e Anna Carolina Galvão Macedo Costa de Oliveira (Brasil); José Leonel Rodrigues Teixeira (Estados Unidos); José António Gonçalves (Bélgica); José Maurício Cysne (Suíça); Jo-Anne Sharon Ferreira (Trinidade e Tobago); José Assunção Teixeira Rodrigues (Canadá) e José António Figueira de Chaves (Angola).

A remodelação procurou trazer para o seio do Conselho personalidades da chamada ‘segunda geração’, bem como colmatar saídas forçadas, algumas por motivos de saúde e até por impedimento físico, como foi o caso do falecido conselheiro pelo Reino Unido, João Carlos Freitar, no início deste ano.

Com a nova composição , a Direção Regional das Comunidades e Cooperação Externa da Madeira, liderada por Rui Abreu, espera poder continuar a promover um envolvimento mais ativo das comunidades madeirenses dispersas pelo mundo na definição da política adotada pelo Governo Regional para as migrações, tal como foi preconizado, em traços gerais, pelo Decreto Legislativo Regional N-5/2016/M, de 3 de fevereiro, que instituiu a organização regional para as comunidades madeirenses, criando o Fórum Madeira Global e o Conselho da Diáspora Madeirense.

Os governantes reunidos deliberaram ainda adquirir, pela via do direito privado, pelo valor global de 7.880 euros, uma parcela de terreno necessária à execução da obra de “Reconstrução e Regularização da Ribeira de São João”. Por fim, resolveu dar de subarrendamento, por ajuste direto ao Município do Funchal, dois espaços com uma área total de 421 m², localizados na cave do prédio urbano na Avenida Calouste Gulbenkian.

Resolvido foi também aprovar uma nota de pesar, ao tomar de conhecimento do falecimento do engenheiro Henrique Luis Magalhães de Oliveira Seabra, e enaltecer o seu assinalável percurso profissional, muito em prol do desenvolvimento da agricultura da Região Autónoma da Madeira.

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