Homem desaparecido em Curral das Freiras foi encontrado

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A Paróquia do Curral das Freiras informou que João Silvestre, desaparecido deste o dia 14 de junho, foi encontrado. Sem adiantar pormenores, a paróquia diz que foi a própria família que informou que o homem, regressado da Venezuela, já tinha sido encontrado.

O indivíduo, de 61 anos e regressado da Venezuela, estava desaparecido do meio familiar desde o passado dia 14 de junho (segunda-feira), altura em que deixou de ser visto num bar situado perto da habitação partilhada com um irmão, e que habitualmente frequentava antes de sair para os habituais “carunchos” ou voltas que fazia diariamente. Residente da Fajã Escura, no Curral das Freiras, o antigo emigrante na Venezuela nunca mais foi visto e encontra-se desaparecido desde então.

A família lançou um apelo nas redes sociais, pedindo que se alguém tivesse alguma informação ou pista que contactasse as autoridades locais. A paróquia do Curral das Freiras também lançou apelos para que os fiéis estivessem atentos para conseguirem informações que ajudassem a encontrá-lo.

As causas do desaparecimento são desconhecidas da família, até porque João Silvestre é um homem afável e até muito calmo. Não tem trabalho mas não depende da família e vive das suas poupanças que trouxe da Venezuela, onde esteve a trabalhar durante mais de três décadas.

João Silvestre vive com um irmão desde que regressou há três anos à Madeira e não “tem problemas financeiros”, mas tem alguns problemas emocionais desde que “regressou da Venezuela””, onde deixou parte de tudo aquilo que “ganhou em mais de 35 anos de vida”, relata um familiar ao JM.

“Não tem sido fácil para ele”, revela, numa altura em que João Silvestre avisou a família que um “dia iria voltar para a Venezuela”, onde tem um dos outros irmãos e ainda o “resultado do seu trabalho”. Porém, o sobrinho acrescenta que o irmão com quem João Silvestre vive revelou que saiu sem “os documentos, que ficaram em casa. Até tem o passaporte caducado”, diz. Portanto, não é fácil “viajar sem documentos”.

O familiar quis manter o anonimato e contou ao JM que “nada fazia prever” que João Silvestre se ausentasse assim tanto tempo, deixando a família muito preocupada. Na zona da Igreja local, dois amigos de João Silvestre revelam que “ele andava quase sempre sozinho” e não tinha problemas com “dinheiro. Ele estava bem ao nível de dinheiros”, acrescentam à reportagem do JM.

“Passou no café e tinha comprado pão” para ir buscar mais tarde, diz, por sua vez, o familiar. Entretanto, nunca mais apareceu e nunca chegou a ir buscar o pão. “Há pessoas que dizem que o tinham visto no Funchal”. Infelizmente “não se pode confirmar”, avança este familiar que quis manter o anonimato.

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