Que informação está no nosso sangue?

Através de vários estudos realizados por cientistas de todo o mundo, descobriram-se dados de interesse que nos podem ajudar a perceber mais sobre o sangue

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Ommyra Moreno Suárez

Existem muitos dados curiosos em torno do sangue, nomeadamente que este representa 7% de todo o peso corporal. Os adultos têm uma média de cinco litros de sangue no organismo. Um estudo publicado pela revista Neurology assegura que as pessoas que têm o tipo “AB” são duas vezes mais propensas a ter problemas de memória do que aquelas que têm o tipo “O”. Contudo, o tipo de sangue contém mais informações sobre nós do que isso. Quando fazemos uma transfusão de sangue, as pessoas com tipos de sangue A, B e O produzem anticorpos que atacam os antígenos A ou B, reconhecendo-os como não nativos do seu corpo. Pelo contrário, há pessoas que, apesar de compartilhar muitas combinações comuns de vários tipos de sangue, têm algumas muito raras. O caso em questão deu-se num homem identificado como Thomas e cujo caso foi exposto na revista Mosaic, em 2014, sendo anunciado como «o homem do sangue de ouro» ou sangue dourada. O seu sangue é especial não pelos antigénios que possui mas, pelo contrário, por não possuir nenhum. Denomina-se RH nulo e carateriza-se por dar negativo em todos os antígenos de RH. Só quarenta pessoas no mundo possuem o “sangue mais raro”. Outra curiosidade é que uma gota de sangue leva entre vinte a sessenta segundos para percorrer o corpo e chegar ao coração. Num segundo, o corpo humano é capaz de produzir 17 milhões de células vermelhas do sangue, mas isto pode variar, pois se está numa situação de stress a produção aumenta até sete vezes. Em casos especiais, como numa doação, o corpo substitui rapidamente os glóbulos brancos, mas os vermelhos só após dois meses. A contagem é restaurada com o tempo antes da doação.

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