Luso-venezuelanos são “oportunidade” para a Madeira

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São madeirenses de pleno direito, “sangue do nosso sangue”, recordou Rui Barreto, quando apresentou as conclusões do encontro que o CDS promoveu esta manhã no Funchal com emigrantes luso-venezuelanos que voltaram à Madeira devido à crise humanitária do país e devem ser integrados e não vistos como uma ameaça, defendeu o líder centrista, recordando que estas pessoas podem ajudar a construir o que chama a Madeira do Futuro.

Rui Barreto recordou que os emigrantes já muito deram à sua terra e que muito podem ainda dar. Há casos de pessoas com formação que foram promotoras de projectos de sucesso na Venezuela, antes de terem de deixar o país. Por isso, aconselha: “Vê-los não como uma ameaça, mas como uma oportunidade para repensar a nossa terra e para ajudar com criatividade, inovação e com trabalho a encontrar soluções, a criar investimento”.

Segundo nota enviada dando conta do encontro, estiveram no local cerca de três dezenas de participantes. Rui Barreto disse que os participantes estavam sobretudo interessados nas ferramentas ao dispor.

Na próxima quarta-feira o CDS promove através de debate potestativo no parlamento regional uma avaliação da situação económico-financeira destas pessoas e das repostas disponíveis por parte do Governo da Madeira e da República.

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