Miranda, o prócer Universal

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No próximo sábado, 28, celebram-se os 265 anos do nascimento de um dos próceres venezuelanos mais queridos e conhecidos, o generalíssimo Francisco de Miranda, que nasceu em Caracas em 1750.

Nesta oportunidade, trazemos-lhe 10 dados sobre Miranda que são importantes conhecer.

Sebastián Francisco de Miranda y Rodríguez, mais conhecido como Francisco de Miranda, foi político, militar, diplomata, escritor, humanista e ideólogo. É considerado “o americano mais universal” da história.

Apesar das dificuldades das deslocações, na época, Miranda participou activamente na Independência dos Estados Unidos, na Revolução Francesa e posteriormente da Independência da Venezuela, onde foi líder do bando dos Patriotas e governante da Primeira República.

Francisco de Miranda foi o mais velho de nove irmãos e teve dois filhos com a sua governante inglesa, Sarah Andrews: Leander e Francisco.

O barco de Miranda, um bergatín inglês do qual existe uma réplica no Parque del Este (Caracas), tem o nome do seu primogénito, Leander.

Na Revolução Francesa, devido ao seu destacado trabalho, foi lhe outorgado o título de ‘Herói da Revolução’, pelo que, para além deste latino-americano estar no Arco do Triunfo, em Paris, o seu retrato também está na Galeria dos Personagens do Palácio de Versalhes, e tem ainda uma estátua no Campo de Valmy.

Recebeu a distinção de ‘generalíssimo’ por ter sido o primeiro comandante em chefe dos exércitos venezuelanos.

Conheceu mais de 25 países e dominava na perfeição nove idiomas.

Miranda adorava música, e também tocava muito bem flauta transversal.

Muitos desconhecem que Miranda era 33 anos mais velho do que Simón Bolívar.

Chama ainda a atenção o facto de que é o único prócer latino-americano que foi ‘transformado’ em estatueta de brincar comercial.

Por último, o conhecido hábito de coleccionar pêlos púbicos das suas amantes, como o da rainha Catalina da Rússia – diz-se que foi na beleza desta mulher que se inspirou para criar a bandeira da Venezuela que conhecemos hoje. Miranda cosia os pêlos nas páginas do seu diário íntimo e acrescentava o nome da mulher amada e o dia em que fizeram amor.

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