Núcleo de imigrantes do CDS prestou homenagem a Simón Bolívar

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O Núcleo de imigrantes do CDS, «Integrar com Justiça», prestou este domingo uma homenagem a Símon Bolívar, junto ao busto do Libertador das Américas, na Praça Simon Bolivar, em Câmara de Lobos.

Na ocasião, a presidente do Núcleo de Imigrantes do CDS, «Integrar com Justiça», Ana Cristina Monteiro, defendeu que esta homenagem ao homem que «dedicou a sua vida a forjar a liberdade de vários países da América, entre eles a Venezuela, é mais do que merecida.»

«Da história da nossa ilha da Madeira faz parte a emigração. Daqueles que saíram da Região rumo a inúmeras partes do mundo, uns pelo excesso demográfico da ilha e outros com o objetivo de ganhar dinheiro para poder sustentar as suas famílias», afirmou, acrescentando que «passados alguns anos, esses mesmos emigrantes, tiveram de imigrar pelos motivos que todos conhecemos.»

Na Venezuela reside uma das maiores comunidades madeirenses espalhadas pelo mundo. Estima-se que residam mais de 300 mil madeirenses ou luso descendentes, num total de 500 mil portugueses, referiu ainda, dizendo ainda que hoje a Região Autónoma da Madeira, com 253.923 habitantes, é o local de «acolhimento de muitos luso descendentes e venezuelanos que sentiram, nos últimos anos, a necessidade de regressar à sua terra natal, à terra dos seus pais e avós, à procura de segurança, de abertura política e de modernização. Algo que, na década de 40, receberam na Venezuela.»

«Sem dúvida que, com a imigração e emigração, ficamos mais completos, a nossa cultura fica mais nutrida. Consideramos oportuno fazer esta pequena homenagem porque consideramos que a luta deste homem, Simon Bolivar, e aqueles que o acompanharam, procurando a liberdade e a justiça das Américas, continua ainda em plena vigência. Um homem que dedicou a sua vida a forjar a liberdade de vários países da América, entre eles a Venezuela, merece ser recordado, na esperança de que a sua luta de emancipação não tenha sido em vão! E que a Venezuela possa novamente viver dias de liberdade e de democracia», afirmou.

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