O amor como fonte de inspiração

Grandes escritores portugueses têm abraçado o tema afectivo

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“Sentimento de vivo afecto e inclinação para uma pessoa ou coisa à qual se deseja tudo de bom”. Reza assim o significado da palavra “amor” no dicionário da Real Academia Espanhola. Um tema que tem apaixonado filósofos e sábios desde os primeiros tempos da humanidade.

Muito se tem escrito acerca do amor, mas desta vez recompilamos o que pensam do tema alguns dos autores portugueses mais famosos de ontem e de hoje.

“Num deserto sem água, numa noite sem lua, numa terra nua, por maior que seja o desespero, nenhuma ausência é mais profunda que a tua!” – Sophia de Mello

“Se tanto me dói que as coisas passem/ É porque cada instante em mim foi vivo/ Na busca de um bem definitivo/Em que as coisas de Amor se eternizassem”. – Sophia de Mello

“Amor é fogo que arde sem se ver/ É ferida que dói e não se sente/ É um contentamento descontente/ É dor que desatina sem doer/ É um não querer mais que bem querer/ É solitário andar por entre a gente/ É nunca contentar-se de contente/ É cuidar que se ganha em se perder…” – Luís Vaz de Camões

“Podemos morrer se apenas amámos”. – Fernando Pessoa

“Em Todas as Ruas te Encontro/ em todas as ruas te perco/ conheço tão bem o teu corpo/ sonhei tanto a tua figura/ que é de olhos fechados que eu ando/ a limitar a tua altura/ e bebo a água e sorvo o ar/ que te atravessou a cintura.” – Mário Cesariny

«Nenhuma relação profunda é fácil”. – Eugénio Andrade

«Uma relação equilibrada é feita de cedências e é negociada todos os dias» – Margarida Rebelo Pinto

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