O PS leva o país ao abismo

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Carlos Fernandes

Se existisse uma Bíblia do Partido Socialista, essa teria de certeza, nas suas escrituras, uma passagem bíblica que dissesse: “o Sócrates fez do PS a sua fiel imagem e semelhança”, com António Costa a assumir-se como o profeta que melhor apreendeu os seus ensinamentos. Aliás, basta ver a excelente capacidade de seguir os passos do seu camarada que levou, no passado, Portugal à falência.

Hoje temos um País que está na cauda da Europa, que todos os dias caminha para o abismo e que se encontra nas mãos de um partido que demonstrou, em poucos meses de maioria absoluta, não saber governar. Por um lado, somam-se os escândalos dentro do Governo, por outro surgem casos atrás de casos de corrupção, levando a demissões contínuas sem precedentes daqueles que, sem experiência nem competência, apenas estão preocupados em receber vencimentos absurdos e manter-se agarrados ao poder.

Isto tudo num Governo que ainda nem tinha cumprido o primeiro ano de mandato para entrar numa crise profunda, assumindo-se um desastre nas mãos de um partido que contribui, todos os dias, para arrasar a classe média do País, que não consegue dar respostas aos mais jovens, mas que também não consegue cuidar dos mais velhos. Um partido socialista que se encontra refém das ideias da extrema esquerda, que se livrou do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista na teoria, mas, na prática, atua como se nunca tivesse abandonado o lado mais à esquerda do parlamento nacional, com ideias progressistas e marxistas, atacando em todas as frentes e apenas conseguindo nivelar a política por baixo.

E há tantos exemplos desta má governação! A estratégia de habitação parece saída da Coreia do Norte ou se calhar da Venezuela, lançando primeiro o caos e a incerteza para, depois, temerosamente, recuar, mas deixando na mesma a mensagem da força do Estado como se governasse o partido da foice e martelo. A grande estratégia da habitação de quem governa é acabar com os vistos Gold em Portugal, prejudicando claramente a Madeira, entrando na narrativa do Bloco de Esquerda das mortáguas e os seus pares que desde a primeira hora queriam um governo que acabasse, de uma vez por todas, com os vistos Gold. Pasme-se que o Partido Socialista copia estas ideias e as implementa, ficando refém de si próprio, imitando os partidos da escuridão e do empobrecimento. E ao mesmo tempo, segue propostas perigosas como as “casas de banho mistas” nas escolas com uma clara agenda progressista para copiar modelos da esquerda espanhola, tentando entrar no populismo por meia dúzia de votos.

Temos de ter coragem para fazer frente a estes movimentos que o Partido Socialista acolheu no seu seio como, aliás, aconteceu na Madeira, quando abriram as portas ao Bloco de Esquerda e quando andavam de mãos dadas pelo Funchal até ao momento da composição das listas para as legislativas de 2019, integrando pessoas destes partidos extremistas que tanto ameaçam a democracia, ao apoiar ditadores e delinquentes.

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