Paulo Cafôfo garante que governo português vai reforçar apoios para as comunidades

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De passagem no Mercado da Penteada, em São Roque, a candidatura do PS-Madeira às eleições para a Assembleia da República deixou, esta manhã, a garantia do reforço do apoio às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, em particular na Venezuela.

Tal garantia foi avançada pelo cabeça de lista, Paulo Câfofo, que mais asseverou que PS pretende continuar a trabalhar para a criação de oportunidades no sentido de apoiar aqueles que regressam, mas também aqueles que, estando ainda residir no estrangeiro, precisam da ajuda.

Munindo-se da sua experiência enquanto secretário de Estado das Comunidades, o candidato recordou que o Governo português atribuiu 2,6 milhões de euros de apoios à Venezuela, onde a comunidade é composta maioritariamente por cidadãos originários da Madeira.

A este propósito, mais recordou que, além do complemento de reforma, foram também atribuídas ajudas aos emigrantes carenciados, mormente ao nível de medicamentos, intervenções cirúrgicas, equipamentos ortopédicos ou mesmo reabilitação de habitações, aditando a estes ainda a criação de uma rede médica composta por seis médicos, aos quais se irá juntar uma equipa de apoio psicológico.

No que a estas comunidades diz respeito, Paulo Cafôfo elencou ainda os apoios concedidos ao nível cultural, dando o exemplo das ajudas recebidas por associações na Venezuela.

Ademais, segundo afirmou, já foram contemplados 38 projetos, incluindo apoios aos níveis alimentar e de dinamização e afirmação da identidade cultural. Neste campo, destacou ainda o projeto do ensino do português, que já conta com 12 mil alunos, bem como a vertente da digitalização, tendo sido já atribuídos quase 1.300 tablets.

Embora a Venezuela seja o país que tem recebido mais apoios, Paulo Cafôfo não esqueceu, contudo, também outras nações, como a África do Sul, lembrando que foi feito um mapeamento das necessidades sociais, tendo aquele país, o ano passado, recebido as maiores verbas de sempre para os clubes e entidades associativas, que estão grande parte nas mãos de madeirenses.

“O nosso compromisso é continuar a canalizar apoios para quem mais necessita e para quem nunca esqueceu a sua Região ou o seu País”, rematou.

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