Presidente da Câmara de Ourém quer emigrantes de volta ao conselho

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O Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, convidou os emigrantes a regressarem ao país, argumentando que o concelho está praticamente no “pleno emprego” e que vai acolher, em dezembro, em Fátima, o Encontro dos investidores da diáspora, organizado pela Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas.

O Encontro vai ter lugar entre os dias 15 e 17 de dezembro. “Estão todos convidados, juntem-se a nós nesse período, porque pode ser uma altura muito importante para perceberem que negócios e investimentos podem fazer em Portugal e em especial na nossa região” disse durante o Encontro de Verão das Comunidades Portuguesas do PSD.

“Este é um concelho em franco crescimento, é um crescimento que tem hoje uma taxa de desemprego de 1,5%, isto é quase o pleno emprego” disse Luís Miguel Albuquerque. “Aliás, se nós tivermos hoje mais 200 ou 300 pessoas para trabalhar, amanhã estarão todas a trabalhar no nosso concelho. É por isso que muitos emigrantes do nosso concelho estão hoje com vontade enorme de voltar a trabalhar e a residir aqui”.

O antigo Deputado e antigo Secretário de Estado das Comunidades, Carlos Gonçalves, também presente, lembrou que Ourém tem uma geminação com Le Pléssis-Trévisse e na sala estava também Isabel Frade, Maire de Méry-sur-Marne, e originária de Ourém.

“Ainda ontem recebi um casal de emigrantes no meu gabinete, que me disse que iria voltar. Foram perguntar a minha opinião sobre uma oportunidade de negócio que queriam aqui instalar, perguntaram-me o que eu achava e eu obviamente fiquei muito satisfeito de ver mais gente a pensar instalar-se neste concelho” disse o Presidente da Câmara.

Luís Miguel Albuquerque lembrou que o concelho tem cerca de 45.000 habitantes mas “tem uma grande franja na emigração. Muitos saíram nos anos 60, mas também muitos saíram em 2013 aquando da intervenção da Troika. Nessa altura, muita gente no nosso concelho também foi obrigada a emigrar”.

Luís Miguel Albuquerque virou-se para o líder do PSD para dizer a Luís Montenegro que “nós não devemos ter vergonha de ter tido Pedro Passos Coelho como Primeiro-Ministro de Portugal. Devemos ter orgulho, porque foi Primeiro-Ministro num momento particularmente difícil. Se não fosse a sua coragem, eu não sei onde é que nós estaríamos hoje”. Foi muito aplaudido pela sala cheia de representantes das Secções do PSD no estrangeiro.

Depois, acrescentou que “acho que o PSD está a renascer e acho que o PSD finalmente vive na comunicação social. Está a fazer efetivamente oposição ao Governo e nós queremos este PSD, precisamos deste PSD, e tenho a certeza que nos irá levar de volta ao Governo em Portugal, porque o nosso país precisa muito de um PSD com esta garra, com esta dinâmica junto do povo, junto das populações, a ouvir os seus anseios, porque só assim é que nós conseguiremos lá chegar”.

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