PSD-M: TAP tem obrigação de ter ligações regulares

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Paulo Neves, deputado do PSD-Madeira na Assembleia de República, considera de fulcral importância que a TAP tenha ligações regulares com “uma comunidade que tem fragilidades muito grandes”.

“Tenho insistido constantemente aqui na AR para que exista a reposição dos voos rapidamente para a Venezuela. Estamos a falar de uma grande comunidade, estamos a falar de uma comunidade que tem fragilidades muito grandes, seja do ponto de vista da saúde, económico, há muitos que escolhem sair da Venezuela por razões de saúde e são mais do que compreensíveis essas razões, ainda mais agora nesta fase da pandemia e, portanto, os voos para a Venezuela são quase que um serviço público às comunidades que deve ser da responsabilidade da companhia aérea do país que ainda por cima é uma empresa pública”, esclareceu.

O social democrata considera que “não se pode dizer à comunidade que só vão ter ligação a Portugal em novembro que é no final do ano, portanto, que no entretanto se façam voos excecionais. Não podemos estar mais 8 meses sem voos diretos para a Venezuela”.

“A TAP tem a obrigação de ter ligações o mais rapidamente possível com a nossa comunidade na Venezuela” assegura Paulo Neves.

Segundo o deputado, “novembro é daqui a 8 meses, o que é muito tempo”. Portanto, “a TAP tem de fazer tudo para que os voos sejam repostos o mais rapidamente possível e entretanto tem que ter voos para a nossa comunidade, chamem-se voos excecionais, chamem-se o que quiserem. Não podemos estar mais 8 meses com tanto avião parado e sem ligações à Venezuela”.

“Um dos voos deveria fazer escala na Madeira porque, como toda a gente sabe, a maioria dos passageiros são da Madeira” reivindicou.

Paulo Neves considera que os emigrantes que viajam desde Caracas não podem sofrer este tipo de tratamento.

“Vir de Caracas não pode ser um massacre, tem que ser uma viagem. Não se pode por tanto condicionalismo, tanta contrariedade ainda por cima para uma comunidade que está a atravessar dificuldades tão grandes”.

A concluir, o social democrata considera que “devemos facilitar e não dificultar”, a vida aos emigrantes que se pretendem deslocar.

Vir de Caracas não pode ser um massacre, tem que ser uma viagem.

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