Quatro empresas portuguesas “Líderes climáticas da Europa em 2021”

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O Financial Times acaba de publicar o seu primeiro ranking dos “Líderes climáticos da Europa em 2021”, em parceria com a Statista – uma empresa alemã especializada em estudos de mercado e de consumidores –, e há três empresas portuguesas que fazem parte da lista. São elas o Millennium bcp, a CGD e a Jerónimo Martins. A EDP Renováveis também consta do índice de empresas europeias que mais progressos fizeram na redução de emissões de gases com efeito de estufa (GEE), mas surge como estando sedeada em Espanha, e não em Portugal.

Um total de 300 empresas “líderes climáticas” foram selecionadas para o ranking independente do Financial Times, de um universo de 4.000 empresas comprometidas na redução significativa da emissão de gases de efeito estufa

Em comunicado enviado às redações, o Millennium bcp dá conta de que a nível nacional, em 2020, reduziu as suas emissões de GEE em 34,9% quando comparadas com o período homólogo de 2019, com particular incidência nas emissões diretas (-41,3%).

Já na última edição do “Carbon Disclosure Project”, o Millennium bcp tinha obtido a classificação “A-” e integrado a banda de desempenho “Leadership“, juntando-se assim ao grupo de 35% de empresas com melhor classificação a nível mundial no âmbito das emissões de GEE.

O banco faz parte da Estratégia Nacional para o Financiamento Sustentável e “assume o compromisso de atuar para promover um desenvolvimento sustentável, socialmente inclusivo e ambientalmente responsável, em todos os países onde opera. A prioridade em lidar com e mitigar os efeitos de uma pandemia não pode diminuir a importância nem a urgência em enfrentarmos e reduzirmos o impacto das alterações climáticas”, afirmou Miguel Maya, CEO do Millennium bcp, no mesmo comunicado.

Também a Caixa Geral de Depósitos está entre as 300 empresas, na Europa, que lideram o combate às alterações climáticas, de acordo com o Ranking “Europe’s Climate Leaders 2021” divulgado, esta terça-feira, pelo Financial Times.

De acordo com o ranking, a CGD reduziu em 8,5% as emissões entre 2014 e 2019 em função do crescimento das suas receitas. Em termos de intensidade de emissões por cada milhão de euros de receitas, a CGD emitiu 13,1 toneladas de gases de efeito de estufa, tendo reduzido as emissões em 30,3% naquele período.

No combate às alterações climáticas a CGD definiu um programa de baixo carbono que integra medidas de mitigação e adaptação às Alterações Climáticas. A instituição está igualmente comprometida em cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, tendo como prioritários: a erradicação da pobreza (1), o trabalho digno e crescimento económico (8), a redução das desigualdades (10), a criação de cidades e comunidades sustentáveis (11), a ação climática (13) e a paz, justiça e instituições eficazes (16).

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