Rodrigo Solo: “Magoa-me não estar em casa e, como pai de família, lamento que o meu filho não possa crescer lá”

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Ommyra Moreno Suárez

O artista musical luso-venezuelano Rodrigo Gonçalves está a passar por um bom momento tanto pessoal, com o nascimento do seu filho Sebastián, como profissional, com o lançamento do quarto disco com Viniloversus, intitulado “Days of Exile”, disponível em todas as lojas de música digitais, mas também pela primeira vez em formato vinil. Trata-se do primeiro disco em inglês da banda, que está sediada na cidade de Miami, EUA, há três anos. «Mentalizamo-nos que a mudança ia gerar controvérsia, que não seria fácil de entender. Temos claro que o nosso foco é a largo prazo, estabelecendo um caminho que vá para além de publicar um álbum. Temos engolido essa tarefa de ter que começar de novo. Não acredito em atalhos. Escolhemos, como tal, o caminho mais longo, o que torna a aventura mais emocionante», assinalou Gonçalves numa entrevista ao El Nacional.

 No que se refere à sua decisão de emigrar, o lusodescendente comentou que não se arrepende da sua decisão de sair do país. Contudo, também confessou que se questiona como se teriam desenvolvido os seus objetivos com uma Venezuela estável. «Magoa-me não estar em casa e, como pai de família, lamento que o meu filho não possa estar lá. Gostaríamos de estar nos Estados Unidos a trabalhar arduamente, sem que a Venezuela se estivesse a deteriorar…Mas não é o caso e sentimos isso. Por isso, tentamos contribuir de alguma forma. Tentamos ser a melhor banda e procuramos projetar os venezuelanos trabalhadores no mundo. Afinal, somos músicos e não políticos», assinala.

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