‘Sangue’ luso promete reerguer a Venezuela

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O que têm em comum Carlos Teixeira, Glória Pinho e José Luís Rodrigues? Raízes em Portugal, a candidatura às eleições municipais na Venezuela – agendadas para 21 de novembro – e a ambição de reerguer o país que os acolheu.

Carlos Teixeira, José Luís Rodrigues e Glória Pinho são três dos exemplos do sentimento de compromisso e de dever que a comunidade portuguesa tem para com a Venezuela, país que os acolheu (ou aos pais).

E é em consequência disso que querem, agora, reerguer um país que já os ajudou muito através de candidaturas a alcaide (presidente) de vários municípios, nas eleições agendadas para 21 de novembro, em terras de Simón Bolívar.

Carlos Teixeira é, talvez, o candidato mais conhecido pois ‘repete a candidatura’ – e enfrentou o filho de Nicólas Maduro há um ano. O homem que se candidata a alcaide do município de Vargas, nasceu no Funchal e chegou à Venezuela com um ano de idade, vindo da ilha da Madeira, em 1965.

Formou-se a poucos metros da sua casa, na escola primária República de Panamá, situada na populosa zona de El Cardonal na paróquia de La Guaira.

Carlos Teixeira, quer governar o município onde se encontra o principal porto e aeroporto do país e para isso diz que “a decisão está nas mãos do povo”.

Já a lusodescendente Glória Pinho é candidata à presidência do Município de Chacao, uma das mais importantes de Caracas e onde reside um importante número de portugueses.

Advogada, doutorada em Direito Constitucional e especializada em Direito Penal Internacional, Glória Pinho, quer defender os direitos dos comerciantes, reativar a economia local e reconstruir a Venezuela.

“Apelo à comunidade luso-venezuelana que participe nas eleições”, remata.

Por fim, José Luís Rodrigues, aspira “ser candidato da unidade a alcaide da Câmara Municipal de Guaicaipuro”.Para o lusodescendente com raízes no Estreito da Calheta, a prioridade passa pela segurança, a saúde e os serviços.

«Temos experiência para executar, sem qualquer improvisação, ações administrativas que permitam a curto prazo um avanço na qualidade de vida”, afirmou.

São três dos exemplos lusos – dois dos quais madeirenses – que procuram ser eleitos para a presidência de vários Municípios na Venezuela e que pretendem reerguer o país que os acolheu.

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