Porque é difícil deixar um mau hábito?

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Foto: Cortesía

Ommyra Moreno Suárez

Um hábito é um comportamento que se repete regulamente e é integrado na personalidade de um indivíduo, sem que este tenha que intervir ou razões para que este exista. Em muitos casos, é por esta razão que às pessoas custa tanto deixar um mau hábito, pois quanto mais tempo se mantenha mais difícil é o processo para o deixar. Contudo, a idade também não pode ser uma desculpa para mudar hábitos. Os estudos indicam que o cérebro se estimula durante toda a vida, pelo que não existe uma idade limite para aprender alguma coisa. Para consegui-lo, só é preciso eleger uma mudança que fosse coerente, de acordo com a nossa escala de valores e estrear até que converta num hábito.

Perder peso, ser mais organizado, gastar menos e poupar mais, desfrutar a vida ao máximo, aprender outra língua e deixar de fumar são algumas das resoluções em que o Ano Novo aparece como o momento ideal para começar a mudar os nossos maus costumes, embora só uns oito por cento das pessoas que fazem estas promessas consigam cumpri-las. Os especialistas na matéria asseguram que a dificuldade para deixar um hábito tem a ver com as quatro etapas interrelacionadas para criar uma nova rotina. «Primeiro, devem ter a intenção de criar um hábito; segundo, contar com os recursos e habilidades necessárias para que estas atuem sobre as suas intenções; e terceiro repetir a ação a ação num nível consistente», assinala Benjamín Gardner, professor de Psicologia em King’s College de Londres, «A quarta e última etapa requer que as pessoas permaneçam motivadas por tempo suficiente para fazer parte do hábito». Nesse sentido, a disciplina e constância são requisitos fundamentais para instalar novas práticas. «Os hábitos são o processamento por defeito do cérebro. Se não tentas fazer intencionalmente mais alguma coisa, os velhos hábitos ativam-se automaticamente», assinala o estado-unidense Steven Stosny, especialista em comportamento humano e autor de livros sobre o tema. Se és dos que está disposto a mudar um hábito, os especialistas asseguram que o hábito de ‘deixar para amanhã o que podes fazer hoje’ é um dos maiores obstáculos. Evite-o. Devemos eleger um comportamento coerente e perguntar-nos: para quê?. Devemos também procurar gostar daquilo que fazemos, pois se não gostamos do que fazemos vamos acabar por deixar esta tarefa para trás. Da mesma forma, é importante lembrar que ao novo hábito é preciso dedicar-lhe tempo e persistência.

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Editor - Jefe de Redacción / Periodista sferreira@correiodevenezuela.com Egresado de la Universidad Católica Andrés Bello como Licenciado en Comunicación Social, mención periodismo, con mención honorífica Cum Laude. Inició su formación profesional como redactor de las publicaciones digitales “Factum” y “Business & Management”, además de ser colaborador para la revista “Bowling al día” y el diario El Nacional. Forma parte del equipo del CORREIO da Venezuela desde el año 2009, desempeñándose como periodista, editor, jefe de redacción y coordinador general. El trabajo en nuestro medio lo ha alternado con cursos en Community Management, lo que le ha permitido llevar las cuentas de diferentes empresas. En el año 2012 debutó como diseñador de joyas con su marca Pistacho's Accesorios y un año más tarde creó la Fundación Manos de Esperanza, en pro de la lucha contra el cáncer infantil en Venezuela. En 2013 fungió como director de Comunicaciones del Premio Torbellino Flamenco. Actualmente, además de ser el Editor de nuestro medio y corresponsal del Diário de Notícias da Madeira, también funge como el encargado de las Comunicaciones Culturales de la Asociación Civil Centro Portugués.

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