O colectivo audiovisual venezuelano, agora radicado na Argentina, Tan Frío el Verano, apresenta ao público o seu segundo disco de longa duração, intitulado ‘Otoño’.
A partir de Buenos Aires, o grupo reconfigura-se, mantendo Rafael García (programação, sequências, synths, melodia, vocoder, composição de temas), Carlos Sánchez (baixo, guitarras, synths, trompete, arranjos), Diego Blanco (VJ, design gráfico, arranjos) e Luis Edgardo Herrera (direcção de arte, cinema) da sua formação original, ao mesmo tempo que se juntam outros talentos venezuelanos radicados na Argentina, como John Guarenas (synth, vozes, vocoder, arranjos), Humberto Isea (guitarras, vozes) e Carlos Astros (bateria).
Seguindo a história plasmada no seu EP ‘Invierno’ (2010) e depois em ‘Primavera’ (2012), a prévia produção discográfica que os levou ao palco de importantes festivais como o South By Southwest em Austin, Texas, para além de uma pré-nomeação para os Latin Grammys como Melhor Design de Capa e Melhor Engenharia de Gravação e contar com a distribuição em diferentes países graças ao selo sul-coreano Onion Records, o grupo regressa ao mundo da música com ‘Otoño’, um álbum que marca uma mudança significativa no som da banda, entrando nas águas do IDM Experimental, do Glitch e algo de Industrial, géneros que diferem do pós-Rock que os deu a conhecer.
O álbum estreou através do selo argentino Scatter Records e pode ser ouvido em streaming através da sua página na Internet, www.tanfrioelverano.net.
A banda tem já duas datas confirmadas no Niceto Club da cidade de Buenos Aires, onde partilhará o palco com os chilenos Ases Falsos (11 de Agosto) e com Pharmakon, projecto da nova-iorquina Margaret Chardiet (29 de Agosto).
Sobre ‘Otoño’
O colectivo gere um conceito/história que começou quando quatro entidades intemporais decidiram encarnar na pele humana: Outono, Inverno, Primavera e Verão.
No início, o Inverno e a Primavera conheceram o amor dos humanos e tornaram-no parte das suas vidas, engendrando Snegurochka, conhecida como a fada das neves, fruto da inocência humana. Por outro lado, o Verão fez-se com a sabedoria do homem, aprendendo cada vez mais com ele e desfrutando do seu conhecimento e história, viajando e sendo testemunha de cada acontecimento da humanidade.
Mas os defeitos surgem na base da ausência desse calor humano com o que se fez o Inverno e a Primavera. Daí surgiu o Outono: A entidade que adoptou e ficou obcecada com alguns sentimentos obscuros como a violência, o ódio e a inveja. O Outono é a entidade que procurou prejudicar e separar a união do Inverno e da Primavera, graças ao fruto da inveja dos seres humanos.
Agora sabe-se muito pouco sobre estes três, mas dizem que Outono está a planear a sua vingança e o seu regresso indefinido, para assim acabar com qualquer união. O pouco que sabemos é graças aos curtos e enigmáticos testemunhos que, de forma fugidia, o Verão enviou em toda a sua peregrinação.
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