Uma piscina livre de químicos

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Quando falamos de novas tendências ecológicas não devemos referir apenas as coisas que fazemos como rotina. Também o que fazemos como lazer pode entrar neste recanto da ecologia, e muito melhor será se for algo que tenha o apoio do Estado.

Sabemos que na Venezuela não existe este tipo de espaços como há na Europa, que é o exemplo principal na hora de falar de piscinas públicas e do comportamentos nestes lugares. E é justamente a isso que nos referimos nesta oportunidade: Uma piscina pública diferente das outras, e que será inaugurada em breve em Inglaterra.

Trata-se da primeira piscina livre de químicos e fica situada na zona de Kings Cross, em Londres: Uma piscina de água doce que terá a possibilidade de filtrar e manter-se limpa dependendo unicamente de processos naturais.

Esta infra-estrutura, única do seu género, foi desenhada pelos arquitectos do Rotterdam Estudio Ooze e pelo artista Marjetica Potrč, e faz parte de um programa de protecção, arte pública e de re-urbanização de 27 hectares de Kings Cross, especificamente no parque Cubitt Lewis.

Esta piscina foi construída dois metros acima do nível do solo e mede 10 metros de largura e 40 de comprimento, dando oportunidade a mais de 100 banhistas de cada vez o desfrute da área e da tecnologia ecológica.

Esta área foi desenhada da forma o mais natural possível, exibindo, assim, uma contra-posição entre a natureza selvagem real e o meio ambiente urbano em que se situa, além de apresentar um laboratório vivo no local, em que se prova que ambos os ecossistemas podem conviver em harmonia e em beneficio dos cidadãos.

Um dos aspectos mais importantes desta piscina é que é auto-sustentável, e inclui uma grande quantidade de plantas que trabalharão na sua limpeza, substituindo completamente os químicos comuns, e por isso este projecto também inclui um trabalho de reeducação dos utilizadores, já que, apesar de ter as mesmas funções de uma piscina comum, o local precisa de um tratamento especial por parte dos banhistas.

Imaginam que algum dia estas piscinas possam vir a existir na Venezuela?

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